embolex

O Coletivo Embolex, palestrou por dois dias na 27 Oficina de Música Eletrônica de Curitiba (Oficina de Música Eletronica), eles demosntraram como usar um arsenal de equipamentos e soluções tecnológicas, para com isso brincar com diversos samplers de áudio e vídeo que através de processos de digitalização podem ser literalmente “tocados” ao vivo. Para criar apresentações únicas.

Confira a entrevista exclusiva cedidapelo Fernão por e-mail.

Quem faz parte do Embolex?

Fernão Ciampa, Cristian Bueno, Gustavo Michelucci, Pedro Angeli, Erico Theobaldo, Renato Breder e Sylvio Ekman

Como funciona o Embolex?

Somos um núcleo criativo formado por pessoas com formações diversas tentando tirar algum proveito disso. Buscamos explorar as possíveis relações entre música-imagem-espaço. Tudo rola de forma bem anárquica, sem regras preestabelecidas. O Embolex é nosso braço artístico onde buscamos explorar novas linguagens e possibilidades.

Vocês tem feitos apresentações em locais inusitados, como tem sido a resposta do publico?

Fizemos uma apresentação na festa do dia das crianças na favela do Jd. Leme em SP e foi umas das coisas mais incríveis que já fizemos. Criamos um mash up áudio visual com depoimentos dos moradores e a reação foi super positiva.
Mostrar um trabalho na Tate Gallery em Londres também foi bastante inusitado para nós.

Como é o mercado para Vjs no Brasil?

Eu diria que não existe um mercado propriamente dito. O VJ tem que se colocar como artista senão vai ficar eternamente apertando botão em eventos corporativos.
Os que se destacam estão em busca de um discurso e de novas formas de fazer.

Quais são as suas dicas para Vjs iniciantes?

Como disse o Nam June Paik: “os artistas devem fazer o que a maioria não faz”. Buscar um jeito novo de fazer por mais que os formatos pareçam esgotados.