O artigo sobre o CDJ 350 e o fim da era dos DJs gerou uma discussão muito sadia, e que todos nós podemos tirar proveito. Não podemos deixar todas as ideias e conceitos levantados por lá na gaveta, chegou a hora de quem realmente gosta desse universo, se unir para fazer o bem comum.
Fico muito feliz e lisonjeado, quando muitas pessoas se dedicam a ler e comentar com inteligência os meus artigos, aliás esse é o maior objetivo do dgtl.lv/clients/ilankriger/wordpress.
Não quero pintar um panorama apocalíptico, mas estamos em um ponto de virada, ou o DJ e o seu universo vai ser cada vez mais valorizado, ou estamos fadados a morte.
Eu tento aqui no site e muitos outros blogueiros também se esforçam, mas infelizmente ainda somos um voz muito tímida, se comparado com todo o universo de informação que tem por aí.
Montei um quadro, com 3 possíveis desdobramentos da nossa profissão. Não quero deixar ninguém triste, mas demonstrar o que nós podemos ajudar a mudar.
Qual é o futuro dos DJs? 3 cenários do nosso futuro:
Otimista
- Artistas: quem se dedicar a esta arte, além de dominar hardwares e softwares (para fazer algo mais que apenas tocar músicas), vai precisar ter um estudo de música, pesquisar por horas a fio, novas músicas e tendências, esses artistas também vão valorizar o seu trabalho cobrando cachês dignos. O mercado de Live Pas vai estar em franca expansão, pois público e promoters vão valorizar cada vez mais trabalhos autorais;
- Promoters: vão cada vez mais entender de música, e de quais são os elementos necessários para uma boa noite de diversão. Além de valorizar o trabalho de DJ, VJ e produtores musicais (Live Pas);
- Público: as pessoas vão começar a ir para as festas para ouvir boa música, encontrar com amigos e ter experiências únicas e sadias;
- Mercado: os DJs e produtores musicais vão ocupar um espaço maior no meio musical, com apresentações em conjunto com bandas e remixes de outros estilos.
Realista
- Artistas: muitos artistas vão se dedicar a pesquisar novas tecnologias e formas de apresentar música, mas infelizmente boa parte do público não vai entender a diferença dele e de um DJ que apenas aperta o play;
- Promoters: vão primar em selecionar artistas que toquem os hits do momento e que se encaixem no perfil bonito/gostosa/celebridade;
- Público: estará cada vez menos se importando com a música em si e mais com a fitinha do camarote;
- Mercado: ser DJ já é atualmente a profissão da moda, muitos famosos e celebridades estão buscando (e vão continuar buscando) neste universo, uma saída para otimizar os seus rendimentos.
Pessimista
- Artistas: os DJs vão ser substituídos por famosos, que com o seu carisma vão levar um público com cada vez menos informação a loucura;
- Promoters: vão primar em colocar nos seus line-ups artistas da Globo, modelos e qualquer outro tipo de celebridade;
- Público: as festas vão ser locais para azaração e para ver os famosos desfilando nas cabines;
- Mercado: a maioria dos DJs vão se transformar em artistas de quinta categoria, fadados a se apresentar em churrascarias e outros locais onde o dono da casa não tem dinheiro para pagar uma banda.
Fato atual: Jesus Luz versus Gui Boratto
Para quem é entendido não tem comparação, mas como o namorado da Madonna consegue cobrar R$40.000,00 por apresentação e alguém como o Gui Boratto, que tem uma carreira internacional consolidada e inúmeros hits, tem um cachê que nem chega a metade do valor?
(Rafael Araujo)
Como nós podemos reverter essa situação?
Pode parecer utópico, mas vou tentar levantar alguns conceitos que se bem trabalhados podem gerar alguma resutado:
- Criação e difusão de blogs e sites que eduquem o público;
- Organização de escolas, academias e ciclos de palestras que levem informação para os novos artistas e público interessado;
- Movimento pró DJ – acabei de inventar ele – entre os próprios DJ, promoters e donos de agência – se cada pessoa mobilizar outra podemos ter uma corrente que vai alcançar a todos.
O que você acha?
- Podemos ser otimistas?
- O que você vai fazer para tentar mudar o rumo do nosso mercado?






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que termine a era dos djs,,e venha a era dos produtores,Amem kkkk
Movimento pró-dj!
Acredito que este juntamente a todas as outras opções q o ilan citou vão fazer a diferença!
Passar a informação adiante, de como realmente funciona.
Fazer festas e deixar o mais claro como ela é elaborada e qual o trabalho do dj presente.
Oq ele vem fazendo na carreria! Chamar a atenção para isso!
É mto complicado fazer o público ver oq o dj esta fazendo, mas se focarmos nisso como objetivo, utilizando, videos, palestras, e meios de comunicação sérios, alcançaremos a visão que queremos., de sermos vistos como trabalhadores/artistas que estão realmente preocupados em entreter o público.
É isso!
Abraço ilan
MOVIMENTO PRÓ DJ
Não sabe mixer (sem sync), não tem feeling de pista, não está atualizado quanto ao seu estilo (o que demonstra amor ao que faz)…
ENTÃO VOCÊ NÃO É DJ
EU ainda estou um pouco mais otimista em relaçao as coisas. Penso em criar um coletivo do meu estilo e ir mostrando e ensinando aos poucos o que é um bom dj e boas musicas. Um exemplo disso é o pessoal do tranquera.org. Eles conseguiram difundir o dub-step, educar sua galera, e hoje é o publico quem diz se o dj esta segurando ou não a onda nas festas, eles que pedem por bons dj's e a cena de dub-step esta, aos poucos, crescendo aqui em SP.
Acredito que não devemos generalizar. Sempre houve 2 cenas, a "underground" e a "comercial" e acho que sempre vai existir. O que acontece é que em alguns momentos uma cena fica mais em destaque do que a outra. Vale lembrar que o d'n'b ja teve seu auge e vamos concordar, d'n'b não é nada comercial.
Abraços
Cara, impossível não ficar triste com essas 3 probabilidades… Eu acredito que várias outras profissões estão em crise também, por diversos outros fatores. Porém TODOS estes fatores têm algo em comum: eles banalizam as profissões.
Faço jornalismo e acabei de começar o curso de DJ, então perspectivas ruins são quase 90% das coisas que ouço quando me perguntam algo sobre minhas futuras profissões, hobbies e afins.
Pode parecer um tanto bobo da minha parte, mas eu tenho a solução pra todo mundo se dar bem em qualquer uma dessas situações: CRIATIVIDADE.
A sociedade pode banalizar mil coisas, mas quando algo inovador surge no meio de toda a superficialidade do mercado, todo mundo percebe.
Quer um exemplo? Por mais que pessoas não gostem, olhe a Lady Gaga! Ela nasceu no meio de um nicho de pop stars femininas pré fabricadas por majors que dominam o mercado fonográfico e agora é só dela que se fala! Antes nós ouvíamos mil notícias loucas sobre Britney Spears, Christina Aguilera e afins… Quais dessas ainda aparece sempre na página inicial de site de cultura ou fofoca? LADY GAGA!
E sabe o mais legal? Foi ela quem se criou, com criatividade, produtividade e uma vontade gigante de chocar as pessoas com tudo o que ela tinha vivido (e enfrentado).
Não sou fã dela, não fuço nada da vida dela, mas leio muito sobre cultura desde pequena e isso é evidente! A Britney Spears só não saiu do topo, pq surtou e isso chocou as pessoas. Todo mundo achou que ela fosse se acabar, mas não.. Ela sumiu, se reinventou e voltou com tudo!
Com estes exemplos bato o pé e afirmo que para qualquer profissão artística/cultural quem quer ir pra frente TEM QUE usar a criatividade.
(só que criatividade sozinha não basta, então é bom fazer tudo o que já foi citado ali no cenário otimista…)
Penso eu que devemos lutar para o que o cenário otimista surja e se enquadre na cultura nacional…
E lutar com unhas e dentes para que o cenário pessimista seja ridicularizado a ponto de inexistir…
Temos que informar, informar e informar, pois só assim conseguiremos ganhar dos globais…
QUE SEJA DECLARADA A GUERRA!!!!
Na onda do movimento Pró-DJ e da divulgação de informações para o público em geral, eu tinha um projeto/sonho em mente, mas que por ser enorme nunca sequer saiu do papel.
Pensei na plataforma Wiki por ser bem conehcida de todos.
Basicamente seria uma enciclopédia eletronica, com absolutamente tudo que envolve esse mundo, escrita por quem entende do assunto e não por idiotas como Jesus Luz ou o bando de jornalistas que suportam sua "carreira de DJ".
No Wiki(?) teríamos também uma seção explicando todas as vertentes e sub-vertentes da musica eletronica, com explicações e principalmente, exemplos. Isso serviria para acabar de vez com a idéia do publico em geral que musica eletronica é tudo igual, que é tudo tum-tum-tum sem sentido. Naturalmente seria dinâmico, pois surgem sub-sub vertentes de uma hora pra outra.
Bom, é algo pra pensar. Esse espaço aqui seria um bom lugar pra começar e certamente o Ilan poderia ser um dos maiores colaboradores dessa enciclopedia-eletronica.
=)
Creio que no futuro ficaremos entre o cenário otimista e o realista.
No caso dos artistas, realmente existe uma tendência à melhoria contínua na
qualidade de seus trabalhos, já que novas ferramentas saem diariamente e já
vemos uma galera boa fazendo som de qualidade nos seus homestudios.
Faria até mesmo um acréscimo no "Movimento pró DJ" do Ilan, transformando-o
em "Movimento pró DJ/Produtor" Rá!!!
No caso dos promoters a coisa fica complicada, pois realmente eles adoram
esses artistas que pagam de DJ e tem o hype nas alturas! (Nana Gouvêa
pagando de DJ..faça me o favor…). Porém boas casas aqui no Rio ainda
prezam pela qualidade da música, e isso até acaba sendo o chamariz da casa..
exemplo The Week e Clubsix.
Não podemos dizer que a era dos DJs acabou, ela só está em transformação
devido o foco que a mídia está dando agora. Quando a poeira abaixar,
poderemos ficar tranquilos que não mais existirão esses Jesuses (eita!) por
aí, a seleção musical dará conta deles.
O importante é que todos os apreciadores da boa música se unam e divulguem
todo o material que acharem digno de tal, afinal, a música se tornou um bem
universal, não tem limites para o seu alcance. Fazendo isso manteremos a
ena viva, e arrisco até a dizer que ficará viva eternamente!
Eu fiz um comentário em um post muito bem escrito pelo Bit Production:
http://bitproduction.com/index.php/2010/03/16/que…
Vou apenas copiar aqui a parte do meu comentário que acho essencial para mudar todo esse mercado e que acredito que muitos ainda não estão entendendo.
"O erro está no pensamento MACRO ou invés do MICRO. Não adianta pensarmos em nível nacional enquanto não temos nem comunidades fortes locais. Não adianta eu querer me unir com pessoas do Brasil se ainda nem fiz o esforço de me unir com as pessoas da minha cidade. Acho que cada cidade precisa primeiro pensar em como fortalecer o seu mercado musical para então projetar isso a nível nacional.
Obviamente não estou sugerindo para nos fecharmos em ilhas locais. O que estou sugerindo é um esforço para criar vários grupos fortes nas cidades brasileiras e então interligar esse grupos para criar um movimento forte nacionalmente.
Digamos que (apenas um exemplo) Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro tenham uma comunidade forte local, movimentada e criativa. O passo seguinte é simples, criar um elo entre as três cidades e compartilhar as características de cada uma. Imagina o resultado musical que iria sair? E a quantidade de pessoas que isso poderia movimentar!"
Apenas para reforçar, eu moro em Curitiba e sinceramente não vejo nenhum tipo de comunidade musical forte por aqui. Não posso colocar minha opinião sobre outras cidades do Brasil, mas também nunca tive conhecimento de comunidades musicais fortes no Brasil afora.
Como vamos pensar em união ou movimento nacional se não conseguimos nem unir localmente que é muito mais fácil?
Como coloquei no post do Bit Production, eu estou me dedicando esse ano a tentar criar algum tipo de ligação entre os músicos e artistas de Curitiba, e para isso eu optei por usar a internet. No entanto sozinho ninguém faz nada e estou começando a reparar que vender essa idéia de união é muito mais difícil do que parece.
Acredito que todos aqui visam um melhor mercado então pensem nisso que coloquei e comecem a fazer links e gerar troca de informações com pessoas de sua cidade.
Se conseguirmos criar vários grupos locais fortes, o próximo passo a nível nacional é simples.
Nesse ano já fiz algumas reuniões em Curitiba com diversos artistas, nessa Sexta vou me encontrar com mais alguns. Se outras pessoas tiverem interesse é só entrar em contato.
O sync que citei no comentário anterior é aquele do mal, tipo virtual dj sem fones e as músicas tocando quase que inteiramente, sem necessidade de usar sync.
Por outro lado, respeito o sync usado em outros casos como para mixagens, efeitos, mashups rápidos, de forma a enriquecer o set, não por preguiça ou falta de habilidade.
Outro fato é que algumas pessoas saem das escolas de DJ já com propaganda de TOP DJ.
Mesmo escolas ótimas como a Aimec ou a DJ Ban, não formam DJs experientes, pois a experiência leva tempo. Mas essas pessoas não se contentam em tocar no primeiro ou útimo horário da festa e nem terem seus nomes em menor destaque do que outros DJs.
Fico louco também com a falta de conhecimento de algumas pessoas que elogiam e até fazem propaganda de alguns sets onde o DJ samba na mixagem (as vezes nem mixa), com músicas velhas e pior, set reto e sem noção.
Eu acho que o desdobramento realista é o mais condizente. E pra mudar essa história só com educação. Acho que é preciso um trabalho a médio-longo prazo pra educar o público a distinguir música tocada de modo profissional da música tocada por alguem fake.
Também já pensei numa plataforma como a Wiki mais aprimorada pra disseminar a cultura da música eletrônica, assim como o Christian comentou.
Pela web ou qq lugar, alguma coisa tem que ser feita, se não o desdobramento pessimista vai tomar conta…
Sou otimista!! Nada de "se apresentar em churrascarias e outros locais onde o dono da casa não tem dinheiro para pagar uma banda" (adorei esta, rsrsrsrs)… Creio que as pessoas vão evoluir e saber apreciar uma boa música… sabendo diferenciar o "play" da "criação"… ou melhor: sair para curtir uma boa música, dividir com os amigos a boa vibração.
Estou pensando fazer o curso da AIMEC, e estes cenários me ajudaram… ainda estou pensando!!
MOVIMENTO PRÓ DJ
Abç
Cade o Romeu Tuma numa hora dessas?!?!?!
Honestamente gostei dos três panoramas, muito legal tentar enxergar por todos os lados, exceto por um quesito: Promoters. Não sei se estou enganado, mas de nada adianta um promoter exigir um determinado artista na sua noite (Ex; Gui Boratto) e não fazer nada pela noite – Explico – Na minha época a gente ralava, e não era pouco, para encher um club com as pessoas legais e que realemnte tinham o perfil do Club. Hoje os promoters deixaram de ser "raladores" para se tornarem Spammers, o relacionamento com o público é baseado em redes sociais, sem nenhum incremento de mailing além do famoso> Add aí! (cont.)
É triste porque, muitos artistas se matavam para criar identidade com aquela noite, e o promoter era o provedor de tudo aquilo. Hoje, com a "morte" dos promoters, a noite está sem pé nem cabeça… Djs tendo que ralar como promoters p/ conseguir uma Gig. Donos dos clubs espertos que são, cagando p/ o som, pegam estes djs, "contratam" eles para abrir a noite, fazer uma festa ou outra porque ele tem "galera", dá duas doses de vodka com energético p/ o coitado, que fica incrivelmente feliz com o fato de estar ali, dando uma penca de dinheiro para o cara e recebendo NADA. (só isso explica alguns djs estarem tão ativos).
Enfim, a figura do promoter MORREU, invariavelmente tem um idiota na porta da balada se achando o galã de quermesse, dizendo quem pega ou não a fila. Faz muito tempo que não frequento uma noite fixa por conta disso… Bem ou mal, uma geração antes desta sabia o que fazia, cheio ou vazio, muitas noites fixas tinham um cardápio de djs extenso, mas que mantinha o padrão de qualidade de público e de som. Acredito que a moda fez as pessoas querem ser djs, não mais promoters.
Acho curiosa a posição do DJ na música. É uma função que nasceu por causa da tecnologia, e que agora está ameaçada pela própria!
Também concordo que o desdobramento realista é mais provável, e adiciono meu comentário.
Eu acho que EDUCAR o público é esforço em vão. Já é notório – e não digo isso apenas em música eletrônica – que o público brasileiro é muito pouco educado musicalmente. Quantas porcarias entram e saem das rádios todos os dias em qualquer estilo musical? Rebolation? Techno Brega? Funk pornográfico?
Infelizmente, não somos nós os responsáveis pela educação musical. Ela deveria ser ensinada na escola. Aquelas mesmas aulas que nossos pais e avós tinham quando crianças de canto coral, musicalização, instrumentos, tudo isso deveria ser a norma. Aí sim o público teria mais sensibilidade para diferenciar quem faz e quem não faz, não só em música eletrônica mas em qualquer outro estilo.
Fico imaginando se essa calamidade que se instaura é um fenômeno localizado do Brasil. Será que, por exemplo, em Londres ou Berlin qualquer famosinho da TV que sobe na pista é ovacionado tal como é aqui?
Já era moçada….aturem o " profissionalismo " de brasileiro!!!
Vou repetir o comntário que eu fiz no Twitter: Eu axo que o DJ como conhecemos hj tem q acabar mesmo, já virou bagunça! Cabe a nós criar algo q nos de credibilidade novamente!
Cara Gostei do ponto de vista colocado
Acho que as pessoas que realmente vão para uma Club ou que simplesmente Curti E-music,
teria que ter o mínimo de conhecimento com a música que tal DJ toca:
Repito aqui o que tinha dito anteriormente:
É facil tocar músicas já mixadas,eu fico indignado com o fato simplesmente da o play e falar que está tocando ou que é DJ.
Eu acho o seguinte,
as 3 possibilidades estão certas, em cada canto que se vai, ja se tem um pouco de cada um dos textos, acredito que elas ja são o presente. Sempre vão existir pessoas tentando trapacear no mercado ainda mais com as facilidades que vão surgindo, mas um BOM artista por mais que nao ganhe dinheiro sempre vai ser reconhecido, se correr atrás do que gosta. Isso é fato e ja vem de séculos atrás.
Mozart morreu pobre, mas ninguem esqueceu dele.
Claro que hoje depende de muitos fatores por causa do mercado, mais sempre vai ter uma saída.
DJ faz por só dinheiro/status/pose uma hora vai sumir, pode atrapalhar um pouco mais é temporário, artista mesmo, é pra sempre.
Na verdade a era do dj nao acabou, ela só está ficando mais inteligente e mais complexa envolvendo mais musicalidade e mais conhecimento, talvez mude de nome para era dos produtores, mais que também terão de tocar suas musicas de alguma forma. Um dj de verdade terá de ser produtor tbm ou então terá que fazer um diferencial. E para chegar no auge vai ter que saber equilibrar "técnica" e "artista", por que só ter muita técnica também não adianta nada, tem dj/produtor que sabe tocar/produzir, e tem muita técnica, mais nao tem o lado artistico que é gostar muito de musica e conhecer pelo menos um pouco, fazer algo de personalidade, diferente que chame atenção.
no fim das contas é tudo um equilibrio, e eu acho q djs ou produtores ou musicos nao sei como vamos ser chamados, mais sempre vamos existir!
Muito bom o post!
abração a todos.
bom em se tratando de promoters , aki na minha cidade eles só pensam em gastar pouco e lucrar muito.. 80% dos q se dizem "djs" aki tokam gratis pra esses promoters. não são nada atualizados , acreditem se kiser , não acertam uma virada e olha q os equip são modernos…bom oq eu kero dizer é q as pessoas ja não vão as casas noturnas pra ouvir musica, em toda minha vida de musica eletronica, ainda não consegui ver um dj q toke musica de qualidade aki na cidade, posso dizer a vcs q o unico q foi bom q vi aki , foi DAZOO AT NIGHT , e olha q nem gosto de electro. os promoters não pensam em gastar grana com dj , então pode se dizer q a profissão esta sendo mto desvalorizada ..
(ps. mes passado veio tokar aki ALAN PASSOS do BBB , ctz eu não fui)
Realmente é triste ver o nosso cenário sendo envadido por "Artista famosos", gente se nenhuma irformaçao e formaçao musical e jovens que acha legal tocar as musicas favoritas dele na pista… Que noa intençao de chamar + atençao esta fudendo o cenário do Dj Pro e amador !!! Tenho esperança que esses novos " Famosos Dj´s " seja + uma moda relampago !!! Pq essa gente nunca se dedicou a musica e sim pra se aparecer e ferrar a vida de quem realmente vive disso e sabe como levar uma pista de dança … O público realmente muitas vezes nao entende as técnicas dos Dj´s "MASH-UP, REMIX, PERFORMANCE COM CDJ´S, COMPUTADORES E CONTROLADORES MIDI … O povo quer dançar e ver na cabine uma cara bonita e se for famoso melhor ainda ! Pro inferno esses falsos Dj´s, e essa falta de conciencia artistica…
Aqui na España existe agora uma licença para Djs !!! Ou seja para poder tocar vc tem que pagar claro as taxas que nunca faltam e fazer como se fosse um vestibular para Djs… Isso foi desenvolvido com a intençao de acabar com Os FALSOS djs como Jesus Da luz … Inclusive em Madrid o ano passado foram parar na cadeia 5 falsos Djs e 2 deles era um famoso aqui da canal telecinco!!! aqui deixo o link se alguem interessa.
http://ja-jp.facebook.com/note.php?note_id=264559…
http://exgae.net/herramientas/escoge-tu-caso-y-si…
http://www.hispasonic.com/noticias/djs-tendran-li…
A era dos DJ's acabou já tem tempo, "as novas tecnologias estão ai", heeee estão sim pra ajudar quem não sabe tocar, isso sim, pq as pickup e cdj 100s não possuia essas tecnologias e os djs tocava normalmente, entãoooooo JÁ FOI A ÉPOCA DOS DJS. O negócio é produção, pq ser dj uma pessoa aprende em 1 dia, produção não….
eu faz tempos instalei uma página wiki no dgtl.lv/clients/ilankriger/wordpress/wiki
Mas nunca tive forçar para começar!! topa encarar essa missão?
heeheh!! gostei dessa!! acho que a lei não vai sair do papel!!!
boa D.O.R… você está bem inspirado!! onde vai ser a reunião?
ótimo ponto!! precisamos sair de trás do computador e ir para o mundo real!!
Poxa, doutor!! até você por aqui!! ótimo comentário!!
Quase nada aacrescentar depois de tantas palavras….ótimo post..cada vez mais está ficando sucateada a profissão de DJ…..imagem ta valendo mais que o produto música, infelizmente….mas como o fábio disse ali….artista de verdade é pra sempre, pq faz por amor e independente do dinheiro, ao passo que os posers quando sai de cena literalmente acaba….vamos os próximos passos dessa novela hehee abraxx
Para mim o mercado dos verdadeiros DJ’s não será afetado, e muito pelo contrário, o que eu vejo é um público cada vez mais lúcido, sabendo distinguir os estilos musicais e também os bons profissionais que realmente entendam de música e saibam fazer valer o seu trabalho. No futuro o profissional deverá ser completo, entender a fazer suas próprias produções, utilizar equipamentos e técnica de mixagem será o grande diferencial. Fica aqui um incentivo aos DJ’s que estão iniciando suas carreiras agora, seje eles fazendo cursinho, aprendendo com amigos que já atuam na área ou que aprenderam sozinho como eu, que nunca desistam. O mercado brasileiro precisam de profissionais com características próprias. Acredito que para a reversão deste quadro é criar um perfil nosso; não devemos querer imitar os gringos, pelo contrário devemos retirar tudo que tem de bom no trabalho deles, mas, acrecentar também aspectos relevantes do nosso país e das nossas experiências com a música. Só assim a música eletrônica brasileira e os DJs brasileiros serão valorizados tanto aqui como lá fora.
Lembre-se sempre que em time que quer ser campeão não deve se preocupar com os adversários, é só continuar a treinar e mostrar o seu talento.
Este é o meu pensamento!
DJ ElectroRobot
Oi Ilan, estamos marcando na frente do shopping Novo Batel (entrada Cel. Dulcidio) e depois vamos para um café ali perto.
Será amanhã (Sexta) às 15h.
Quem quiser ir me envie um e-mail em projectdor@gmail.com
e aeh ilan tudo bom? acompanho o seu blog ja faz um bom tempo, mas nunca postei nada
(postei algo ha algum tempo)
a era dos djs talvez terminou. mas a era da musica eletronica nunca vai acabar. musica eletronica é o futuro, ao meu ver. acho que todos terão que aprender a produzir, porque para sobreviver, cada um tera que ter sua identidade. diga-se de deadmau5,
dr lectroluv, calvin harris com seus oculos de mosca (apesar dele ser tao pop quanto david guetta), isso seria o bastante talvez pra concorrer com os artistas, ja que estao fazendo de tudo pela aparencia. Mas acho que uma identidade nova nao se limita ha uma aparencia, ha um tipo de som que caracteriza o artista, que faca voce esperar por ele. por exemplo, se voce gosta de uma musica de um determinado artista (de musica eletronica!), da indentidade musical que ele tem, voce va la para ve-lo. e um atorzinho da novela das 8 nao tem identidade musical, nao tem feeling,a nao ser que goste mesmo de musica eletronica e realmente entenda do assunto. as grandes festas underground (ainda são) xxxperience, kaballah, orbital, universo paralelo, ainda estão ai, prova de que a musica eletronica de qualidade tem muito a oferecer. acredito que estas festas nao chamarao “artistas de novela” para tocar.
bom resumindo: talento, identidade musical e atitude sao indispensaveis.
djs que fingen que sao djs nao duram muito. vai sempre surgir um jesus luz e vai
ter sempre um tocadisco pra desmascarar. seria otimo conscientizar o publico,
mas, mesmo pra quem chame todo tipo de musica eletronica de psy, sabe que jesus luz é um ze ruela(quem sabe ele nao aprenda não é? nunca e tarde.) e que paranormal attack, felguk, electrixxx sao grandes nomes, mesmo sem entender muito.
valeo galera!
ha complementando.
tudo que eu disse nao vale apenas para os produtores. tbm para os djs. djs tem que ter atitude, identidade, talento.. (talvez muito talento)
A era dos DJs esta em decadencia faz tempo, desda chegada do CD.
Ainda existe a denominaçao “DJ” pq ‘e o nome que se d’a a quem toca musica eletronica nas casas noturnas e festas.
DJ Produtor ‘e o que o Gui Boratto faz por exemplo, produz e toca suas proprias produçoes.Ele cansou de explicar que ele nao se acha DJ e sim apresentador de suas produçoes.
Quanto esses artistas de novelas e apresentadores, nada contra, desde que se tornem Produtores de Musica Eletronica experientes, caso contrario, pra mim irao ser apenas “mero DJs” nada mais que isso. Perceberam a diferença? Existe um diferencial em se intitular DJ Fulano ou ser apenas Fulano.
Pensem bem nisso. A nao ser pela comparaçao de ganhos injustos, estamos num patamar diferente desses palhaços metidos a DJ, desdo mais famoso artista que “virou da noite pro dia TOP DJ” ate aqueles malditos que tocam por 100 reais ou ate de graça, estao acabando com a “profissao” deles mesmos.
E como comparar, um artista famoso se apresentar como “TOP Servente de Pedreiro”, com um desconhecido do publico ignorante, como “Engenheiro de Obras”, nada a ver.
PS: apenas comparando essas profissoes acima, que nao se diferenciam apenas na cor do capacete mas sim o conhecimento em diferentes aspectos e responsabilidades. Qualquer um pode ser servente, mesmo que famoso, mas ser engenheiro tem que estudar.
.
Pensei aqui comigo… por que não nos unimos todos e atacamos na mesma moeda?
Digo, porque não começamos a compor músicas ritmicamente mais complexas, com um "tempero" que saia ligeiramente do onipresente 4/4?
Aposto que se nós começássemos a inovar mais as viradas, colocando uns tempos "soltos", alternando compassos 4/4 com compassos irregulares, aposto que conseguiríamos ao mesmo tempo elevar o nível musical e ainda por cima complicar a vida dos DJs Fundo-de-quintal que dependem de uma CDJ 350 pra botar as coisas no lugar. Dessa forma, o pseudo-DJ ficará limitado a tocar aquelas músicas mais babas, feita pelos pseudo-produtores.
Acredito que um produtor que se preze vai conseguir adicionar essas sutilezas no seu trabalho sem deixar sua música inacessível para o público-alvo.
Levantemos nossos ânimos, vamos elevar o nível da coisa.
Abraxx
O que vocês acham de criar a Brazilian Mafia?
Interessante !!!
Enfim, como dizia o Neoliberalismo: O sistema se auto-ajusta!
Brazilian Mafia!
Mentiras fazem sucesso, mas mentira tem perna curta, eu já ouço isso a um tempão!!!O DJ vai acaber e o que eu vejo é bem diferente, auele que sabe fazer só aumenta e muuuuuuuuuuuuito seu processo de criação! Tenho vinte anos de profissão passei por varias tecnologias (do toca disco,cdjs , serato, etc) e, no entanto estou cada vez mais empolgado com elas e as possilidades que só consigo alcançar com elas. O conhecimento musical e a técnica jamais serão subjugados e sim reforçados. È claro que teremos enxurrada de djs que não sabem fazer, mais dai a ficar um tempão no mercado e sobrevir nele é outra história.
Cara, li todos os comentários TODOS MESMOS e a impressão que tive é que a categoria de djs está dividida em 3 partes distintas, uma a mais "antiga" que abriram o chororo quando lançaram as DJS , pq DJ que é DJ só Mixava com vinil e era um sacrilégio usar cdjs, a segunda é a categoria dos DJs de CDJs, inclusive li aqui nessa coluna alguns querendo fazer igual fizeram com Joana D'ark, queimar quem aparecer com uma cdjs 350, pra tocar, e que agora abrem o bico a reclamarem, só pq a tranqueira da Pioneer coloco o bpm igual, fala serio, a 3ª dos DJS que mixa com programas, tipo Fellipe Sense, acho que o Ilan entre outros, que pros DJS de CDJs NÃO são nem DJS, ao invés de se discutir os prós e contra da tecnologia que é irreversivel, fica se discutindo quem é mais o menos djs, o do vinil, o do CDJ, o programa, e a agora o do CDJ 350, HA HA HAHA só rindo mesmo, e se discute se o cara que nao precisa colocar o bmp igual é ou nao Dj, sabe o que ta parecendo?Que o grande segredo de ser DJ e mixar é colocar o bmp igual, ai fica um bando de mariquinhas choramingando, é isso que me parece, agora que esse GRANDE segredo foi desvendado, o do BMP igual, e se, ser DJ é só mixar BPM igual, vou falar ..todos precisam DEVOLVER a grana que receberam pra fazer uma festa, esse discussão existe desde que eu trabalhava em radio que mixavamos com fita cassete numa tal de cassetera, quem trabalhou em radio sabe do que estou falando. Lendo todas as respostas vejo é uma GRANDE discriminação entre a própria categoria de DJS, que ao invés de se unirem em pro da categoria, fica é se indiscriminando, cade a criação de um sindicato nacional da categoria, cade a regumentação da profissão, cade cursos ou faculdade de DJS E PRODUÇÃO MUSICAL, não se luta por nada disso, ficam só chaminguando e qdo um cara como Jesus Luz se aproveita da situação para se intitular DJ, (que aliás, pra quem nao é do ramo nao quer nem saber se ele mixa ou nao e nao se pode negar que quando cita que ele é dj eleva o nome de todo mundo da categoria) ficam os invejosos metendo o pau no camarada, gente se é pra ser serio, é preciso fazer acontecer, se nao sempre teremos pelo mundo alguns gatos pingados na cena mundial e muitos gatos pardos na cena nacional, desculpe se coloquei a coisa dessa forma, mas como disse o DICESAR do bbb10, dignidade acima de tudo, nao exija dos outros o que o que nao danos.
Um abraço a todos
contato
Ronaldo Oliveira
ronaldoaoliveira@gmail.com
Cara, li todos os comentários TODOS MESMOS e a impressão que tive é que a categoria de djs está dividida em 3 partes distintas, uma a mais "antiga" que abriram o chororo quando lançaram as DJS , pq DJ que é DJ só Mixava com vinil e era um sacrilégio usar cdjs, a segunda é a categoria dos DJs de CDJs, inclusive li aqui nessa coluna alguns querendo fazer igual fizeram com Joana D'ark, queimar quem aparecer com uma cdjs 350, pra tocar, e que agora abrem o bico a reclamarem, só pq a tranqueira da Pioneer coloco o bpm igual, fala serio, a 3ª dos DJS que mixa com programas, tipo Fellipe Sense, acho que o Ilan entre outros, que pros DJS de CDJs NÃO são nem DJS, ao invés de se discutir os prós e contra da tecnologia que é irreversivel, fica se discutindo quem é mais o menos djs, o do vinil, o do CDJ, o programa, e a agora o do CDJ 350, HA HA HAHA só rindo mesmo, e se discute se o cara que nao precisa colocar o bmp igual é ou nao Dj, sabe o que ta parecendo?Que o grande segredo de ser DJ e mixar é colocar o bmp igual, ai fica um bando de mariquinhas choramingando, é isso que me parece, agora que esse GRANDE segredo foi desvendado, o do BMP igual, e se, ser DJ é só mixar BPM igual, vou falar ..todos precisam DEVOLVER a grana que receberam pra fazer uma festa, esse discussão existe desde que eu trabalhava em radio que mixavamos com fita cassete numa tal de cassetera, quem trabalhou em radio sabe do que estou falando. Lendo todas as respostas vejo é uma GRANDE discriminação entre a própria categoria de DJS, que ao invés de se unirem em pro da categoria, fica é se indiscriminando, cade a criação de um sindicato nacional da categoria, cade a regumentação da profissão, cade cursos ou faculdade de DJS E PRODUÇÃO MUSICAL, não se luta por nada disso, ficam só chaminguando e qdo um cara como Jesus Luz se aproveita da situação para se intitular DJ, (que aliás, pra quem nao é do ramo nao quer nem saber se ele mixa ou nao e nao se pode negar que quando cita que ele é dj eleva o nome de todo mundo da categoria) ficam os invejosos metendo o pau no camarada, gente se é pra ser serio, é preciso fazer acontecer, se nao sempre teremos pelo mundo alguns gatos pingados na cena mundial e muitos gatos pardos na cena nacional, desculpe se coloquei a coisa dessa forma, mas como disse o DICESAR do bbb10, dignidade acima de tudo, nao exija dos outros o que o que nao danos.
Falou tudo, brother!
Pessoal:
Os computadores pessoais e os editores de texto (ferramentas tecnológicas) aumentaram a qualidade dos escritores? Creio que não. Talvez tenham aumentado o número de autores, mas continuamos ainda tendo poucos que valem a pena ler.
Com arte é igual. Esta invasão de curiosos/amadores é inerente ao nosso mercado pois ninguém "brinca" de médico, engenheiro, agrônomo sem ter uma formação sólida; mas qualquer um pode brincar de músico, DJ, artista plástico, porque estes fazeres – ainda que mal realizados – não trazem prejuízos às pessoas.
É assim que funciona o mercado no ramo da arte, desde de o início da humanidade. Acho que precisamos mesmo é de regulamentação da profissão e de um órgão fiscalizador porrada. Assim, os amadores só poderão brincar de DJ se houver um profissional contratado no mesmo evento, com cachê adequado e condições de trabalho bem estabelecidas, tudo isso regulado a muita fiscalização e multas pesadas aos infratores.
Como fazer isso? Temos que começar o quanto antes, mas não esperem resultados antes de 8 ou 10 anos. Mas um dia temos que começar…
Abraço
Moysés Lopes (aka Noisy Loops)
Bem, tive a oportunidade de tocar com o CDJ 2000 da Pioneer, querendo ou não ele traz aquele gostinho de voltar a tocar com cdjs, agora no caso desse cdj novo, acredito que não vá pegar a moda. Quem é de verdade sabe quem é de mentira.
Quanto a um fato não posso negar, vão continuar crescendo e tornando-se destaque aqueles que estudarem a fundo toda a parte teorica e prática, incluindo Hardware e Software e acima de tudo produção. Djs modernos gostam de tocar no seu próprio equipamento, Mac, Controladores, Lemur, wii, etc..
Esse lance de chegar na casa e tocar com o que vier está ficando cada vez mais fora.
A pioneer como domina a linha de cdjs e não de controladores, não quer ficar de fora do mercado e está inovando cada vez mais em "facilidades" para o público alvo, que ao invés de djs, está mudando para "os que querem tocar sem fazer muito esforço e que não tem a minima ideia do que seja um compasso".
Acredito que ainda não tenha motivos pra se preocupar, mais sinto que alguma mudança grande está à caminho. Willian Soares – Representante Point Blank Brasil.
Salvei nos favoritos. Na próxima tarde nublada e chuvosa eu falo sobre o que eu sei!
Galera não se preocupem, o virtual dj, o tracktor, dentre outros também tem a função de SYNC, faz parte… Porém a cena de música eletronica no mundo inteiro é forte o bastante para que famosinhos não entrem nela sem merecer… Tocadisco disse que não tocaria ao lado de Jesus Luz, podem ficar calmos que nós pequenos nos sentimentos meio oprimidos, porém os grandes estão de olho e não deixarao que aconteça isso. Richie Hawtin já é um dos que não toca e usa o SYNC e dai ? Palavras do Richie, eu não encaixo músicas eu as modifico, um dj tem que modificar as músicas. Não concordo com ele na questão de usar Sync, porém cada DJ para fazer sucesso terá que criar seu modo aprimorado, e por isso cada dia mais são valorizados os vinils.
O publico que gosta de música eletronica já é devidamente precavido e vacinado contra estrelinhas, por isso existe o underground, onde essas estrelas nem pensam em chegar e nunca chegarão…
Serei simples e rápido por causa que estou atarefado aqui no serviço e gostei da questão.
Como todos já sabem estou já a algum tempo fora de tocar e produzir mais ainda tenho aquela ilusão de voltar a fazer musica.
Cara, tudo começa com uma assossiação, façam uma pois pelo que eu li tem que ter acho que alguns socios e a partir dai que podem começar a montar um sindicato.
Assim, penso eu que só um sindicato pode melhorar as coisas aqui em Curitiba, Dj precisa de carteira de dj pra trabalhar nos clubs, fiscalizar os clubs pra pagar caches e tributos certos aos djs e não eles quiserem pagar o cache que eles quiserem.
Olha, se isso acontecer, muito dj por ai e os que realmente trabalham e fazem isso ser uma profissão vão começar a dar valor mesmo que isso seja obrigatório.
Gostaria de ver algum dia um dj entrar num club e o proprietario dizer: dj aqui só se for dj mesmo senão sai fora, huahuahuahuahuahua, olha acho quase impossivel mas nao custa tentar.
Eu APOIO quem fizer isso, irei em todas as reuniões e ajudarei mesmo.
Po! onde esta a segunda parte do meu comentário que estava nesse forumi, foi retirado????Fala serio!!!
Oi, acho que deu algum erro quando você foi enviar!! no admin do site tem dois comentários seus (quase seguidos).. mas o segundo é repetido, por isso automaticamente ele foi suprimido.
Da uma olhada nesta imagem:http://ilankriger.net/wp-content/uploads/2010…
Desculpa qualquer problema causado!!
abs
Bom assunto abordado ilan.
Pra quem ainda duvida que o fim da era DJ acabou, é só entrar nohttp://porradj.tumblr.com
que ali vc vai tirar todas as suas duvidas…
Gostaria que isso mudasse, mas francamente algo quase impossivel nos dias de hoje.
Primeiro lugar, o Dj repito mais uma vez, é uma ARTE.
2 pick ups, ou 2 cdjs e PITCH, regulagem de PITCH, isso é uma arte e nao vai existir LAPTOP na face da terra pra OCULTAR isso.
Segundo lugar, Live tb tem seu valor, é claro e obvio, ta ae o gui borato que roda o mundo, dispensa qualquer comentario.
Agora um mundo onde tudo é facil e desnecessario aos olhos de muitos, tb se torna bem visivel e claro aos olhos de outros… ou seja…..qualquer um tem um laptop e pode ser apontado como tal,,,,,isso é facil,,,,,,,,,,hoje em dia …
O que me deixa surpreso, e um tanto quanto indignado é o fato de que EM TODAS AS OUTRAS PROFISSOES DA FACE DA TERRA, o camarada precisa ser no MINIMO bom no que faz e apto a excercer tal CARGO, precisa ter HABILIDADE pra isso,,,,,,,,,,TODAS AS OUTRAS,,,,,até de lixeiro ….menos essa bendita "Profissao" essa as portas estao abertas……e dalhe zorra…..VIDA A BAUBURDIA MUSICAL !!!
Olá
Creo que hoje em dia está tudo misturado os 3 temas supracitados.
Nossa cena esta passando por uma nova mudança ‘natural’, uma espécie de filtro musical, normal assim como a revolução do Techno para o Psy – Electro – Minimal e afins, tudo é bem cíclico, então vamos seguir o fluxo.
O bom artista sempre vai ter seu lugar, mas sozinho fica muito mais difícil, com certeza vamos precisar da ajuda de uma equipe, amigos, colegas, e ferramentas da internet, blogs, facebook, twitter, orkut, myspace, Msn etc…
Esta é nova compactação atual que nos encontramos, porém não é o fim, apenas um momento para uma reciclagem que acredito será muito produtiva para todos (Clubs, DJs, Produtores, Promolters, Público).
Como esta profissão tem as portas bem abertas, muitos ‘profissionais’ fora do ramo resolveram apostar, assim como sempre houve.. e sempre vai existir, e como também sempre vão passar.
E com a aglomeração destes novos profissionais creio em uma nova cena, feliz, competente, profissional, e referência de cultura eficiente no Brasil, assim como já houve na Europa no tempo da queda do muro de Berlim por ex.
Aos amantes da profissão, avante!
Abs
att.:
FRAGMEN
Está totalmente fora de cogitação o “Fim da Era dos Dj’s”.
Tem coisa melhor do que você estar em uma pista da dança olhando o artista, que é o dj, moldando a festa… Porque tudo depende do dj, depende da sua capacidade criativa, do seu raciocínio rápido, a me desculpe mas essa é uma arte que é impossível de acabar… Não existe aparelho no mundo que consegue substituir essa sensação, esse frio na barriga, esse arrepio que da quando você vê um profissional fazendo este trabalho… Melhor só estando no lugar dele, afinal to fazendo o curso da AIMEC, vamo vê ai o que vai dar hahahahahaha
Movimento Pró Dj em peso ae galera…
Essa arte da “discotecagem” não pode acabar, não vamos deixar…
Abraço
[...] ser o último! O Felippe Senne fez um ótimo post falando sobre o cenário nacional, o que gerou outro post muito interessante no blog do Ilan Kriger, e mais um outro muito bom no blog do Bit Production. Inclusive quando comentei em um deles eu [...]
Isso é pior quando se fala de cidades menores, mas próximas dessas cidades maiores. Eu sou de Cabo Frio, comecei a tocar com 14 anos (tô com 36), e já vi várias fases passarem e só os que são bons e criativos permanecem. Porém, principalmente nas cidades menores, é difícil juntar as pessoas da mesma vertente, ainda mais pra promover esse tipo de ligação, ou cursos, workshops ou qualquer coisa do tipo.
Mas se a gente olhar pro cenário otimista, é só mais um hype. Isso passa. Na transição do vinil pro CD se questionou a mesma coisa, na transição do CD pras controladoras também. Penso que quem tem talento e criatividade vai ter sempre seu lugar.
Estou nessa luta aí. Se precisarem de alguém pra tocar essa bola por aqui, contem comigo.
Concordo com você, foi o que eu respondi mais acima. Quem é bom consegue se adaptar e melhorar às novas tecnologias, sabe tirar melhor proveito delas.
ei, só sei que acho legal que descentraliza tudo, por exemplo os antigos djs no brasil, pq alguns simplesmente só porque faziam parte da burguesia(ou se misturaram) se destacaram, com todo apoio etc. criavam seu marketing e tal, tá certo, agora a era, pede que mude toda idéia sobre isso, porque qualquer um tem acesso as novas tecnologias. Quem se destaca é quem gosta mesmo, mas eu realmente gostaria que fosse acessivel qualquer um fazer um vinil, apesar que não só o processo é que custa, mas a materia prima e tal, pra tocarmos nossas proprias produções, sei que apesar de todo lance da disputa digital e analogico é legal ouvir o som do vinil se tiver um bom equipamento, mas acredito por motivos de grana muita gente não vai querer saber mesmo, deixo isso pra os profissionais que ja ganharam muito dinheiro com musica comprarem os vinys, alias, hoje em dia compraria se fosse algum artista bacana brasileiro que eu gostasse muito, alias, nem tenho espaço na minha casa pra deixar os toca-discos montados sempre, mas ainda tenho eles pq gosto, tem muito disco antigo pra se ouvir neles também, analógico é muito legal, os djs que defendem que o cd é ruim, bem, o cd não é tão mal, se você levar em conta que está pagando muito pra comprar uma musica feita por alguém que tem todo dominio do dinheiro e tecnologia, que você pode ter a musica como todo mundo, e podendo tocar melhor que alguns djs que só porque compraram uns vinis de um tanto de caras que o som nem é la essas coisas, ou que tem algum nome(mas todos artistas tem seus tempos ruins na musica, olhem as bandas e os artistas em geral são de carne e osso!), o vinil certamente bomba o som, mas a musica se não for boa, vai causar sensação de boa no bem alto.
Acredito que o foco principal e o mais importante responsável pelo o que irá acontecer, estão nas pessoas (no cliente) na evolução do homem, a forma com que o baladeiro irá encarar e expressar esta necessidade e o propósito chamado "balada" é o principal oráculo desta reflexão. Atualmente o que mais tenho visto nas baladas da minha cidade são noites com atrações "DJ Celebridade", este é o mercado atual e me pergunto qual o propósito desta balada, o que esses baladeiros estão buscando nisso? Relações superficiais, exibição e até mesmo uma diversão com tóxicos entre amigos? Talvez seja e não vejo nada de errado nisso, afinal cada um com sua bicicleta.
), valores de entrada e bebidas eram muito justos e percebi que os Japas eram focados no som, valorizando cada batida do artista, e o principal detalhe é que as azarações simplesmente não rolava na balada rs… Me senti assistindo um concerto musical mais descontraído, onde todos prestavam realmente atenção e valorizavam aquilo.
Ja tive várias experiências e propósitos nas minhas baladas, uma delas me fez refletir, isso quando eu frequentava um clube chamado Mago (Nagoya Japão), clube pequeno em subsolo com capacidade para aproximadamente 240 pessoas e com atrações de primeiríssima qualidade (nesta noite estava rolando Joris Vorn
Onde quero chegar? O Brasil comparado ao Japão possui uma sexualidade muito mais desinibida, o brasileiro gosta de ostentar sua riqueza, os japas não, analisando isso sobra muito mais espaço para uma balada saudável focada na boa música.
Concluindo, o mercado precisa evoluir para seu produto evoluir. Quem tem que incentivar esta mudança/evolução tem que ser nós DJs, Produtores, profissionais da área, através de ferramentas que levam informações e reflexões para o público final.
Esta é minha opinião, parabéns Ilan pelo blog.
PARTE 1
Primeiramente, como sempre você (Ilan) arrebentando em suas matérias.
Parabéns!
Bem, talvez eu seja criticado por uns e entendido por outros.
Nem vou falar muita coisa, para não ficar pior que está! (risos)
Como já descrito por muitos colegas acima, sobre uma comunidade, digo o seguinte: O problema é que não existe comunidade, e sim "panelinhas".
Muitos entendem o que quero dizer.
Alguns até buscam alguma oportunidade, mas se não fizer parte da "panelinha", sem chances!
Até vemos pessoas ai fora com potencial, mas enquanto não entrarem dentro do armário para fazer parte do "paneleiro", nunca terá oportunidade.
Outros até tiveram oportunidades, mas como não quis cair nas garras do contratante, foi rapidamente para fora daquele lugar. (Acredito que muitos entenderam o que eu quis dizer aqui nesse parágrafo)
PARTE 2
Temos ai, outro fator, me PERDOEM se eu falar alguma besteira. Mas, o que também falta aqui no Brasil (já fiz vários comentários a esse respeito), é cultura musical.
O "brasileiro", não generalizando, é mau informado em relação a música. Eles acham que só por terem ouvido em FM´s, aquilo têm que ser sucesso de pista. Eu não concordo, até porque ouço muitas "babas", isso quando estou com saco para ouvir.
Se eu tiver que sair da minha casa para a nightclub e ouvir o que toca na FM, fico em casa. Assim não gasto dinheiro e nem tempo. Aumento o volume do rádio e a festa está pronta!
Digo sempre que, assim como o Estilista está para a moda, o Dj está para música (o Estilista dita a tendência na moda e o Dj na música).
PARTE 3
Infelizmente o "povo" (não generalizado) ainda não entendeu isso.
As vezes dá impressão que um Dj empresta seu case pro outro. Você vai em um lugar e toca "aquele som", vai em outro, quase os "mesmos sons".
Com este universo que temos hoje de grandes produções, não custa nada, mostrar ao público o seu trabalho de pesquisar coisas boas e apresentá-los ao seu público.
Veja como o "povo" está mau acostumado. Uma vez fui em uma festa, o que ouvi o Dj tocar, já compensou minha saida, amei. Um amigo que estava comigo disse: Não gostei, não tinha nada que eu conhecia.
PARTE 4
Lá fora, o Dj já têm mais liberdade para fazer isso, devido a cultura deles.
Enfim!
Acredito que se a gente implantar essa cultura de tendências nas pistas, isso vai criar uma competitividade muito maior. E, com isso não será o fim, e sim, sempre um novo começo.
E deixaremos as mesmices para aqueles que não querem terem trabalho de pesquisar, nem que para isso, vá buscar lá no fundinho do baú, que ficaram muitas coisas boas perdidas e que se tocar hoje, ainda é sucesso.
Não sei se consegui expressar meu pensamento a todos. Mas, acho que é isso!
Bom, vamos lá… Quem começou a discotecar na era dos vinis, tomava vaia na pista se errasse uma virada. Para um dj terminar sua apresentação sem errar nenhuma virada era bem complicado, quem conseguisse tal proeza era aplaudido e ganhava fama e reputação. Com a chegada da era digital, esses pioneiros rapidamente voltaram suas atenções para a produção musical, e vários desses pioneiros hj em dia são nomes de peso em qualquer line de qualquer festa no brasil (estou falando apenas sobre nosso país, não no geral). Para pessoas mais jovens como eu, que fui aprender a discotecar na era do CDJ 200, mixar já não era mais uma arte, e sim um TRABALHO QUALQUER. O que quero dizer com isto é que espaço pro dj sempre vai ter, pois sempre haverão eventos onde não se precisa de um artista propriamente dito, mas "alguém pra botar o som", e é ai que essa nova safra de DJ's entra. Não são artistas, são meros trabalhadores da noite. Quem quiser um ARTISTA PROPRIAMENTE DITO, vai contratar um produtor musical, e pra mim isso é uma evolução, não considero como uma maldição e sim como uma benção, pois o LIVE na frente do seu nome artístico vai ser cada vez mais valorizado. A música eletrônica ainda está em ascenção, ganhando fãs e mais fãs a cada dia, e eu nao vejo esse quadro mudando em um futuro à médio prazo. O que vai mudar sim, é que quem quiser sucesso tocando música eletrônica e não for celebridade, VAI TER QUE PRODUZIR! E na minha opinião, em relação aos artistas, o que se concretizará é o futuro do quadro OTIMISTA. Quanto a promoters e público, vejo como uma incógnita total, algo que só o tempo dirá… Concluindo, não vejo porque termos medo de ficar sem trabalho, quem se dedicar vai conseguir ganhar seu espaço, nem que seja tendo que fazer versus com ex-bbb e ator de segunda categoria da Globo!
Grande abraço à todos!
BRAZILIAN MAFIA!!!
Es una música que une a las personas. Con gran DJ y artistas talentosos, realmente puede conseguir a lo largo de la vida. Ahora, creo que podemos hacer más que esto.