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Pense Nisso por Ilan Kriger - O Porra DJ vale a pena

Pense Nisso – O Porra DJ Vale a Pena?

Essa semana eu estou começando um nova série aqui no site – Pense NISSO, aqui vou postar vídeos com a minha opinião sobre assuntos que eu acredito que são importantes.

O primeiro vídeo é sobre o amado e odiado blog Porra DJ e como ele tem ajudado a instruir e também a “destruir” a criatividade de novos artistas e projetos.

» Escrito por em 30.06.10.

Essa semana eu estou começando um nova série aqui no site – Pense NISSO, aqui vou postar vídeos com a minha opinião sobre assuntos que eu acredito que são importantes.

O primeiro vídeo é sobre o amado e odiado blog Porra DJ e como ele tem ajudado a instruir e também a “destruir” a criatividade de novos artistas e projetos.

Resultados:

Fiquei surpreso com a velocidade que o vídeo se alastrou, eu nem tinha pensado em divulgar e o pessoal do Porra DJ, já tinha colocado no seu site. Por lá já tem 26 comentários muitos deles embasados, com críticas construtivas, consistentes e conscientes. Acho que só por essa discussão o vídeo já atingiu o seu objetivo, que é o de demonstrar que nós podemos ser diferentes, criativos, “sem vergonha” e ao mesmo tempo felizes.

Semana que vem vou fazer mais um video para essa série, despiste a influência dos Vlogs brasileiros (Felipe Neto e PC Siqueira) que investem o seu tempo em falar mal de tudo e de todos, eu quero mesmo é falar bem e mostrar o lado bom da nossa cena.

O que você acha do Porra DJ? Ele tem influído nas suas decisões artísticas?




Deixe seu comentário

  1. Eu vejo o seguinte. O Porra(whatever) virou um tipo de moda, então moda passa. Eu sou visitante de ambos os sites, aqui do Ilan e do PorraDJ, algumas coisas lá eu concordo que é exagero, como todo BBB das 10 edições querer dar o ar da graça como DJ, muitas vezes sem preparo.
    Mas dou a maior força que as pessoas que interessem em aprender, entrar em sites de conteúdo, como o Ilan e o Tribo Brazil, por exemplo.
    Resumindo, são dois universos diferentes, e muitas pessoas que entram no PorraDJ nem sempre são pessoas que são DJs ou entendem o que é a vida e rotina de um DJ, já as pessoas que entram aqui querem aprender ou aperfeiçoar suas tracks ou sets. Portanto vejo que o Ilan é mais positivo que qualquer Porra, mas não deixo de acessar o PorraDJ tmb.
    Abraço!

  2. Boaaaaaaa Ilan !

    Nato Medrado
  3. Concordo com o Guumy falou ali. A público do porra dj é bem maior do que algum blog voltado para técnicas de dj. E não axo que ele influencia em algo os produtores/djs. Eles postam alguns vídeos de djs mandado bem, não vejo se vc fizer algo diferente e for postado lá como uma públicidade negativa.
    abraço ae ilan!!

  4. Bacana a discussão Ilan…já entrei no Porra DJ e achei algumas coisas engraçadas, mas é preciso ter um senso de humor apurado…acho interessante este lado cômico, apenas deve haver um cuidado para não extrapolar alguns limites éticos e morais…mas , como falaram, abrange um publico maior pois ultrapassa os limites dos "DJs" e "produtores", diferente do seu blog, que tenho ctza que possui uma legião de fãs mais fiéis.

    abraxx

  5. Acredito que a novidade do PorraDJ já meio que passou. No início era legal porque não conhecia nenhum site que mostrasse isso e comentasse o quão ridículo era, mesmo a gente sabendo que era ridículo! Mas depois de um tempo não ví mais interesse. Como num comentário no Facebook, são informações inúteis pra quem quer ser/é DJ e quem se morde ou da bola para o que colocam lá é porque tem tempo o suficiente pra ficar olhando e procurando erros nos outros. Se parar ou não no PorraDJ grande coisa, é inútil. Como o Gummy falou, é moda.

  6. Ah, mas é natural que o PorraDJ tenha mais visitação; primeiro porque não é voltado apenas para DJs, produtores etc. Qualquer um, até quem não gosta ou não se interessa por nada desse universo, pode entrar e consegue dar umas risadas. Além disso, você lê em alguns segundos, não é um artigo. E não é para ser levado tão a sério, é só uma piada.
    Quanto ao que você falou sobre não ter medo, eu concordo. O que importa é ser sincero com você mesmo. O que me faz discordar disso que você falou sobre essa necessidade de "abrasileirar" a música de qualquer jeito. Forrotechno, electronejo, micatrance e sei lá mais o que, que mistura "o que o brasileiro está acostumado a ouvir" pode não fazer parte do interesse musical do DJ ou produtor. Já ouvi produtores que tem essa pegada mais brasileira criticando os que soam europeus e acho isso uma bobagem. Acho que isso é do gosto de cada um! Se o mundo como é hoje nos permite receber influência de qualquer lugar, não deveriamos nos sentir na obrigação de exportar música que soe brasileira, necessariamente. Tem gente na europa, por exemplo, usando base de funk carioca e percussão de samba em algumas produções. Acho que faz sentido sim produzir um electronejo, mas se você realmente ouve e gosta de sertanejo e de música eletrônica. Se você ouve música da Europa, soe europeu. E daí? Não tem brasileiro assim que inclusive faz sucesso lá fora? O que importa é ser sincero, fazer bem feito e ser criativo.
    Ah! E PORRA, para o PorraDj : O Ilan não está copiando o #maspoxavida. Pelo menos, não me parece. Falar para uma câmera é muito mais antigo do que o #maspoxavida , mais que a própria internet. Todo mundo que faz videolog agora, até quando não é engraçado, é acusado de copiar ele! Porra!
    É verdade que o #maspoxavida parece ter incentivado blogueiros a postarem vídeos. Não é o primeiro que vejo passar a fazer isso recentemente. Só que acho que nem sempre os vídeos são tão direitos e organizados quanto os posts convencionais. E quando é apenas a pessoa falando, como o seu, talvez o formato de áudio apenas seria mais interessante.
    Isso aí. Um abraço e parabéns pelo blog.

    Andrei M.
  7. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    PORRA DJ, " MOSCA DESGRAÇADA "

    raxeiii

    muito bom post Ilan
    abraço

    Ton magno
  8. Olha sou iniciante no
    Mundo da produção porém já fui musico de rock e n época que o Angra lançou o holy land misturando heavy metal com música brasileira todo mundo virou o nariz porém hoje é considerado o clássico da banda, ou seja, não vai ser um site que vai fazer eu desistir das minhas idéias. Ilan todas as vezes ajuda os mais novos e apóia a inovação tratando dj como um musico e isso é louvável acho que os DJs deveriam abrir a mente e ao invés de criticar abrir horizontes o pessoal do porradj é inteligente esses dias eles falaram mal do prodigy e voltaram atras, espero que comecem a rever alguns côn. Eitos

  9. Diferencial, com certeza! Ninguém deve querer ficar na mesmisse jamais. Mas às vezes sinto como se pressionassem as pessoas para soar brasileiro. Como quem critica quem canta aqui em inglês….
    E me incomodo quando leio coisas como isso, no post do Felippe Senne;

    "O cúmulo pra mim é um brasileiro querer produzir minimal techno! Com todo respeito com a galera que curte e investe no gênero, mas esse estilo não tem nada a ver com uma pessoa que vive no Brasil: um país que tem um povo feliz e festeiro, mulheres bonitas, beleza natural, palco do Carnaval, que é a maior festa popular do mundo…"

    Como se em outros lugares do mundo não existisse felicidade, festa, mulher bonita, beleza natural… E como se, neste caso, minimal techno não pudesse coexistir neste contexto. Se alguém daqui criou, gosta e se toca aqui, é porque essa música fala com gente daqui também. Não é exclusividade de lugares cinzentos, tristes e com gente feia. Ele diz que é uma obrigação do produtor brasileiro olhar a música nacional como inspiração e cita exemplos de sucesso, só que eu duvido que os exemplos citados escutassem, dessem atenção e produzissem, tendo isso como uma obrigação. Acho que o importante de verdade é quando se escuta alguma coisa, tentar abstrair os preconceitos e curtir a música, da maneira que ela "fala" com você.
    Claro, para quem tem a intesão de "falar a mesma língua do povo" e ser mais comercial, é outra história. E não estou criticando quem quer e nem sou contra! Não sou contra estilo de música nenhum. Se tem quem faça, geralmente tem quem ouça. E é ótimo que cada um ouça e faça o que quer.

    A própria "Samba de Janeiro", que está fazendo o maior sucesso, eu acho uma merda. Não ouvi o tal remix, talvez seja legal, mas a original acho uma porcaria. E não acho que ninguém está roubando nada nosso!

    Uma que gosto, por exemplo, é essa aqui: ( http://www.youtube.com/watch?v=CofBOJ3RrAM )

    São gregos e misturam, como fizeram Marky e Patife no Brasil, músicas gregas mais antigas com música eletrônica. Essa do link mistura ainda isso com samba. E muito bem misturado.

    Bom, chega! Rs Estou mudando o foco do post já! Abraço

    Andrei M.
  10. Comentar uma frase rapidinho:

    "… ser cerceado pelo Porra DJ sem direito de defesa. Os artigo lá são até leves e descontraídos, o que detona mesmo são os comentários."

    Hmm, mentira.

    Existe sim direito de defesa. O espaço é livre para se defender, rir, opinar, etc. Acho que qq um pode entrar e comentar com seu Twitter ou conta Tumblr / disqUS sem nenhum impeditivo.

    Além disso, não é uma anarquia. Existe uma MODERAÇÃO. A qual trabalhamos duro para manter tudo de uma forma sadia. Qualquer pessoa, como alguns já fizeram, podem pedir a exclusão de um topico, de comentários por qualquer razão e a qualquer momento.

    Entendam o PORRA DJ! Sem "pré"-conceito ou tirando conclusões precipitadas: http://porradj.tumblr.com/sobre

  11. Ilan, parabéns por incentivar a criação de novos projetos sem que os artistas tenham medo de cair na boca do povo! Todo trabalho tem que ter o suor inicial!

    O que mais admiro no seu trabalho é que nunca deixa ninguém sem um retorno, principalmente quando tem algo a criticar, fazendo uma critica construtiva!

    Como eu já comentei em outros blogs:
    - Falar mal é muito mais fácil do que apoiar!
    - E trabalho sério só é apoiado depois de algumas gotas de sangue derramado!

    E para finalizar aqui vai a dica:
    Procurem analisar bem as comunidades antes de inserir-se nelas. Muitas comunidades supostamente de "apoio" podem te desanimar pois na verdade são apoiadoras de si próprias. (Só pra dar uma polemitizada no assunto! rsrsrsrs)

    abraço galera!

  12. ótimo comentário!! quanto ao "abrasileirar", eu já venho dizendo isso a muito tempo, muito antes de qualquer discussão de: tempero nacional no primeiro lugar no Beatport: http://ilankriger.net/blog/tempero-brasileiro

    Não acho que ninguém deve ser obrigado a fazer esse tipo de mistura e muito menos que vai ficar bom (jogar merda na galera pode até funcionar mais!!). Eu só conto isso em sala de aula para tentar mostrar que de uma forma ou outra, cada um deve buscar um diferencial.

    Em um mercado cada vez mais competitivo ou você pensa diferente ou você não vai longe. o problema de pensar diferente é ser ser cerceado pelo Porra DJ sem direito de defesa. Os artigo lá são até leves e descontraídos, o que detona mesmo são os comentários.

  13. não curto o felipe e o pc =\\

  14. Olá Ilan, olá a todos, eu normalmente sempre que posso estou aqui no site do Ilan, pq se vc quer aprender, o site é esse, mesmo pq o cara é professor, e está nessa parada de musica desde que Noel chegou aqui com seu avião, lá no Porra Dj, é diversão, mas não deixa de abordar assuntos serios, vou dar um exemplo recente, partiu do Porra Dj, uma denuncia de fraude de uma track, por um produtor, que tomou, como sua uma musica ja existente e lançou ela num concurso de um outro produtor, porque cito isso?Porque eles, sempre atentos, a esses lances, tb contribuiem, para que as pessoas, nao façam m@#$%¨&**, no mercado da musica nacional, porque isso atinge todo mundo, e detona a imagem dos nossos musicos/produtores la fora,. Eu acho super valido o site e quem nao quer ser escrachado publicamente que preocupem em fazer a coisa correta, o que eu acho errado lá, que qdo eles publicam alguma coisa e estão errados quem foi prejudicado não tem o direito de resposta na mesma proporção que foram prejudicados, mas nem na Globo tem né, paciencia, abraços a todos, Ilan sou seu fã declarado, vc sempre acrescenta.

    Ronaldo -e-music-djs
  15. bom… acho engraçado o PorraDJ… gosto bastante da proposta… mas agora ficou meio repetitivo… mas não só isso… o que dava credibilidade no site é que ele tinha uma assinatura… pessoas reais respondiam por ele… pensava que esse nick "Jesus Light" era só pra tirar sarro mesmo… mas, depois que saíram os outros editores e só ficou esse "anônimo" com esse nick, eu perdi o interesse… Independente de ameaças, acho que o anonimato da autoria do blog acabou com o projeto. Agora ficou parecendo coisa de pré-adolescente.

    Quanto à parte de ser criativo e aproveitar sons brasileiros, desculpe-me, mas, sinto no seu discurso a intenção principal de conseguir fama, principalmente de gringos e obedecer a modismos. E acho que produtores musicais não têm que ter a fama como objetivo principal. Ela é uma conseqüência do trabalho. Eu não vou pegar algo que não goste, só porque está na moda ou não, e usar isso com o propósito de ficar famoso. No caso do DJ Malboro, ele não teve a intenção de fazer o que ele fez pra ficar famosão. Ele produzia aquilo que ele gostava e conseguiu o reconhecimento! Ótimo pra ele! Mas ele fez porque ele gostava, porque sentia prazer naquilo. Ele não saiu pensando "hummm… qual será o melhor jeito de ficar famoso e ter o meu trabalho exportado?". Não que a nossa cultura musical não seja rica. Eu mesmo já usei muitas coisas da cultura brasileira, mas o fiz porque eu quis, não por causa de modismos. E também acho que esse ufanismo em demasia também não é seguido por outros produtores de outros países. Ou alguém já viu música tradicional alemão remixada? Ou música country tradicional americana nos mesmos moldes??? Aliás, no caso dos alemães, apesar de eles terem uma super cultura de e-music tradicionalíssima, com o Kraftwerk e o Karlheinz Stockhausen – que fazia experimentos eletrônicos com sintetizadores e moduladores nos anos 50 (!); os produtores alemães são muito influenciados pela música eletrônica americana – inclusive a maioria das músicas deles têm títulos em inglês e ninguém os acusa de não valorizem a cultura natal, de serem paga-paus dos americanos.

    E um comentário final do video – pelamordedeus, arruma essa edição! hahaha… parece que você tem síndrome de Tourette! rsrs Esses cortes secos descontinuados só ficam bem num filme do Lars von Trier!

    Abs

  16. Grande Ilan..

    Preciso de contatos seu como msn ou ate mesmo telefone de contato.

    Lucas Moliterno
  17. Triste Realidade Brasileira:

    - As pessoas passam mais tempo falando mal uma das outrs do q produzindo algo…

  18. É a diferença entre querer inovar e inovar com inteligência. Aphex twin tocou uma vez no antigo freejazz festival usando um software que o ajudava nas mixagens, o pessoal percebeu o lance e logo em seguida veio ele a frente da mesa de som e fez um show de dança e performance…

  19. Eu acho que quem tá afim de fazer experimentações ou coisas novas não vai parar por causa de possíveis críticos ou blogs que ficam zoando com isso ou aquilo.
    Sem dúvidas esse tipo de abordagem (a da zoação) sempre traz mais audiência (vide o caso do Perez Hilton no mundo ou Te Dou Um Dado e Katylene no Brasil). O negócio é respirar e seguir em frente.

  20. BOM POST !
    hahaha axei mto legal , ri bastante aki :)

  21. Acompanho o seu Blog há algum tempo e,sinceramente, acho que esse vídeo foi meio desnecessário. Não acredito que a postura de quem faz o PORRADJ vai mudar (e, ao meu ver, nem devem!!!). Ao mesmo tempo, creio que quem quer aprender a parte técnica da produção, se interar sobre novidades ou apenas discutir sobre o tema de forma séria, não vai procurar o Porradj e sim o seu blog, o do Senne, o do D.O.R ou outros tantos bons blogs sobre o tema. No entanto, creio que a existência do porradj é importante pq a vida tbém tem a face do humor, seja ele sutil ou ácido. Creio que eles cumprem o que se propõem em fazer e isso independe da quantidade de acessos. Assim sendo, creio que vc deveria se preocupar em manter o seu excelente trabalho e deixar que cada um selecione aquilo que é o melhor pra si. Abraço a todos.

  22. Concordo com você, acho até que sites como o Porra Dj e o dgtl.lv/clients/ilankriger/wordpress se complementam, cada um tem o seu espaço e a sua hora!!!

  23. Tomara que não!! eles estão melhorando muito a moderação e linha editorial, acho que alguém pode acabar até lucrando de aparecer por lá (já aconteceu com o Cremoso);

  24. ótimas discussões!!! acho que esse tipo de troca de informações só engrandece o trabalho de todos!!!

    Com o tempo mais e mais pessoas, vão perder o medo de defender as suas opiniões e a de respeitar a ideia do outro.

  25. hehe!! gostei também uma galera comentou sobre ela!! Me diverti fazendo este vídeo!!

  26. A internet tem espaço para tudo!! espero conseguir dar a minha contribuição… com isso ser feliz e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo!!

  27. boa Fernando!! comentário misterioso!! acho no geral tem muita gerente querendo ajudar!! só falta mais união!!

  28. hehehe!! mas eles estão criando um movimento!! tem muitos que amam e muitos odeiam!! de qualquer forma é uma bom estudo de caso!!

  29. valeu pelas palavras!!

    Como eu falei acima, acho que o Porra DJ está mudando e evoluindo, acredito que essa discussão ajudou para que todos vejam a onde estão acertando e errando. é assim que se aprende!!

  30. essa é a ideia!! vamos levar a sério, mas também se divertir no caminho!!

  31. Pois é a estória dos acessos rendeu pano para a manga mesmo!! na verdade usei isso mais para ilustrar a situação, não era muito disputa de ego (pode ter parecido).

    Fico muito feliz e honrado de ter tantos usuários fiéis, o site tem mais de 2.000 usuários que visitam mais de 200 vezes por ano!! Já dá para lotar qualquer balada!!

  32. legal o seu comentário!! adorei o ponto de vista!!

    Quanto ao tempero nacional, eu já falo sobre esse assunto desde os idos de 2001, na época do meu selo Br 909 (http://ilankriger.net/biografia/selos/br-909/). O Tribo Brazil (www.tribobrazil.org) já está sendo arquitetado faz 2 anos – não faço isso por modismo, faço por que eu gosto (se entrou na moda eu não tenho culpa).

    Não falei em nenhum momento em fama e sucesso próprio, eu prefiro ser feliz do que fazer sucesso (em alguns artigos anteriores posso ter demonstrado alguma desanimo ou coisa parecida), mas agora estou com as energias renovadas e cheio de novas ideias.

    Não vejo a lenda do macaco cagão e o tempero nacional como as únicas formsa de de conseguir destaque – essse são apenas exemplos que podem dar novas ideias a quem esteja procurando um diferencial.

  33. legal o seu comentário!! adorei o ponto de vista!!

    Quanto ao tempero nacional, eu já falo sobre esse assunto desde os idos de 2001, na época do meu selo Br 909 (http://ilankriger.net/biografia/selos/br-909/). O Tribo Brazil (www.tribobrazil.org) já está sendo arquitetado faz 2 anos – não faço isso por modismo, faço por que eu gosto (se entrou na moda eu não tenho culpa).

    Não falei em nenhum momento em fama e sucesso próprio, eu prefiro ser feliz do que fazer sucesso (em alguns artigos anteriores posso ter demonstrado alguma desanimo ou coisa parecida), mas agora estou com as energias renovadas e cheio de novas ideias.

    Não vejo a lenda do macaco cagão e o tempero nacional como as únicas formsa de de conseguir destaque – essse são apenas exemplos que podem dar novas ideias a quem esteja procurando um diferencial.

  34. PorraDj é uma espécie de momento-não-se-leve-tão-a-sério-assim, o humor dos caras é tipo aquela espreguiçada que a gente dá durante o trabalho, algo pontual, que dali quinze minutos a gente nem lembra que fez. Quem visita tanto àquele como esse site o faz com intenções diferentes.

    Se interfere nas decisões artísticas, pra melhor ou pra pior, aí vai da cabeça de quem leu e da interpretação que deu da intenção dos caras.

    O Ilan viu um lado positivo pra coisa, mas teve quem visse um lado negativo? Ok pros dois. Acho que me parece ser essa a intenção dos caras. Eles mesmos alertam pra não serem levados a sério.

    Rodrigo Digha
  35. Caro Ilan Gosto muito do seu site, inclusive mandei algumas produções para o concurso entretanto você fez um comentário equivocado talvez seja por falta de conhecimento de sua parte, principalmente por você não estar envolvido no meio carioca e não ter feito parte da história do movimento black / funk no rio de janeiro.

    Para quem não sabe o verdadeiro Electro se chama Electro Funk (ZAP & ROGER, Hits como Planet Rock e etc) as coisas foram mudando e o verdadeiro electro de raiz foi esquecido e deu lugar ao electro house falar em electro hoje virou sinonimo de electro house esqueça os vocoders e tudo aquilo que o electro representa.

    Neste caso não vou entrar no mérito da questão é uma questão de gosto mais eu conheço o Electro como Electro Funk Sendo inclusive o Kraftwerk um de seus padrinhos Junto com Arthur Baker criador do hit planet rock que foi uma fusão de numbers a batida com a melodia de trans europe express.

    O Projeto do Funk Brasil ou Rap Brasil foi idealizado pelo Cidinho Cambalhota e quem trouxe a maior parte dos discos de vinil de miami bass e freestyle para o rio de janeiro foi o DJ Nazz (Carlos Machado) tocando juntamente com outros percursores do electro no brasil como Dj Cientista, Humberto, Mr.. Funk Santos, Gil entre outros.

    O DJ Malboro (Fernando) é mais um dos protagonistas do movimento que na minha opinião perdeu as suas raizes. Ele em momento algum é o pai da criança e sim um participante. Conquistou seu espaço merecidamente com o apoio da mídia. Os percursores nunca se preocuparam em fazer o trabalho do macaco e jogar merda no publico, simplesmente se preocupavam em tocar e mostrar o trabalho por isso muito provavelmente seus nomes tenham sido esquecidos.

    Segue um pouco da história abaixo caso seja necessário comprovar tenho fotos e depoimentos dos mesmos. Depoimentos e fatos colhidos por Romulo Castor em um dos primeiros sites voltados para a musica eletrônica no pais o antigo atlantistendamix.

  36. Toda essa badalação que o Funk carioca vem recebendo da mídia, nada mais é que a grande chance de um trabalho que já dura quase 30 anos.

    Pode acreditar, no meio da década de setenta, algumas danceterias aqui do Brasil viravam suas antenas para um ritmo que estava consagrado nos EUA como Funk, e realizavam os primeiros bailes, reunindo sempre centenas de pessoas nas famosas festas Hi-Fi (aqueles vitrolões valvulados).
    Vou citar aqui a época dos grandes bailes no Canecão e nos subúrbios cariocas. Big Boy, Ademir, Cidinho Cambalhota, Mr. Funk Santos e Messiê Limá eram os nomes mais respeitados. Eles influenciaram uma geração.
    Messiê Limá era o rei das gatinhas très jolies de Copacabana, um dos primeiros DJs a inflamar os bailes de subúrbio e zona sul carioca. Nesta época, a paulistana Lady Zu era a musa dos bailes com o seu funk "Hora de União" e as equipes mais conhecidas que existiam eram Soul Grand Prix e Furacão 2000 entre outras.

    Mas no início dos anos 80 a sonoridade "Funk" estava sumindo para dar lugar ao Miami Bass. De maneira equivocada o nome do ritmo não mudou. O que sobrou dessa transformação foram as batidas graves do Miami Bass que até hoje sobrevive na cidade americana mais visitada pelos turistas brasileiros. Pois é, Miami é o maior centro de produção musical neste estilo.
    O engenheiro de som Carlos Machado (DJ Nazz, conhecido pela rapaziada das antigas como Carlinhos Nazista) é o responsável pela maior parte dos funks que chegaram no Brasil. Ele me contou que conhece as história de cada disco. A propósito a costumeira batida "808 Volt Mix" foi trazida por ele.
    Mas porque, diabos, ainda chamamos este estilo de funk?
    Veja bem! O Miami Bass foi absorvido pelas equipes que tocavam Funk Soul daí a mídia passou a classificar tudo que é do subúrbio com um termo só. Mas se você quiser saber sobre esse rito de passagem do Funk de James Brown e George Clinton para o Funk Carioca, aqui vai a dica: procure pessoas como Osni Silva, Oseas dos Santos ou Wanderley Pimentel (o Maks Peu), Samuel e Funk Gil.

    Já deu pra perceber que o funk carioca é apenas uma derivação do miami bass americano, né?
    O Funk Carioca é uma espécie de "irmão" de estilos como o Dancehall jamaicano e o Gangsta Rap americano: música barata e caseira, produzida graças ao barateamento derivado dos meios eletrônicos, feita por pessoas ligadas a uma camada mais pobre de suas respectivas sociedades e baseada numa base rítmica pesada (daí o apelido de "Pancadão" que se costuma dar ao estilo) e bem grave, e que recorre a temas que encaixam ao público-alvo, como sexo, violência policial, o deslumbramento com carros modernos e artigos de luxo etc. O Miami Bass, "pai" do funk carioca, se baseava nos mesmos temas.

    No final dos anos 80, graças a idéia de Cidinho Cambalhota, o Miami Bass foi se nacionalizando, com letras em português. O público dos bailes sempre inventava uma letra para o lugar daquelas em inglês que não conseguia entender. Os funkeiros batizavam algumas músicas de "melô disso ou daquilo" e inventavam um refrão em português. Vale lembrar que o termo "melô" veio da Rádio Mundial. Nessa época o maior sucesso era 2 Live Crew com a faixa "Do Wah Diddy". O primeiro funk carioca com letra em portugues a virar sucesso foi uma versão de "Do Wah Diddy" que era cantada por Abdullah, mas em 1980 já se tinha feito um rap chamado "melô do tagarela", uma versão de Rappers Delight feita por Miele, mas esse não ficou destacado por que o termo "rap" ainda não tinha chegado aqui na época.

    Bah, no início era assim mesmo. Era o chamado de "Miami Batidão" e seus samples clássicos são utilizados até hoje pela onipresente Furacão 2000, equipe cuja história se confunde com a própria história do funk no Brasil. Nas versões atuais, a voz desafinada dos funkeiros são sobrepostas aos antigos samples que causam nostalgia a qualquer um que viveu os bailes dos anos 80 — um exemplo disso é a música de Ice T "What Ya Wanna Do".

  37. DJ Marlboro

    Além da Furacão 2000, você não pode falar em funk carioca sem lembrar do DJ Marlboro, que também está a quase 20 anos tocando e representando o estilo e lançou várias modas para várias gerações com seu Funk Brasil e Big Mix.
    Na história do Funk, ele é considerado da nova geração. .
    Marlboro conta que no início só ouvia música italiana, até que um certo dia, ouviu no rádio de um amigo o programa Cidade Disco Club (de Ivan Romero e Carlos Townsend – referências de uma geração), onde só tocava músicas que ele não conhecia, e que mesmo com o locutor anunciando três, ou quatro ele só ouvia uma. Como era possível? Depois ficou sabendo que era iludido pelas mixagens, que davam a impressão de uma música só, sem intervalos. Pronto! Foi mordido pela vontade de fazer aquilo também. Daí em diante, mesmo sem o consentimento da mãe, Marlboro passou frequentar bailes para ir se familiarizando com os ritmos. DJ Nazz fazia baile no Pachecos FC e Marlboro os freqüentava. Foi lá que ele ganhou o apelido de Marlboro pela rapaziada. Tempos depois o Zezinho, um amigo, fez uma danceteria na garagem de casa e chamou Marlboro para tocar lá. O nome da danceteria era Saveiro Dance House. Ele tocava charm, e inclusive chegou a fazer um programa desse estilo na rádio Tropical FM levado pelas mãos do DJ Markão, da Music Rio que era seu grande amigo e incentivador.
    Como ele não conseguiu emplacar como DJ de charm, como o Corello DJ, ele foi tocar Miami Bass. Dez anos depois foi considerado na mídia o rei do "scratch". Isso mesmo. Em 1990, Marlboro foi o primeiro brasileiro a participar do cobiçado toca-discos folheado a ouro no campeonato DMC (Disco Mix Club) em Londres. Nessa época, Marlboro mandava seus bailes em Niterói na equipe Gran Rio 2 e tinha seu programa na Tropical FM, que era um dos líderes de audiência no horário. Como tinha poucos discos, Marlboro tocava na rádio com vinis emprestados de amigos como: Nazista, Julinho (1º DJ brasileiro a fazer o scratch), Markão, Eduardo da Duda's Disco Funk e da Gran Rio, discoteca que era do Sr. Milton pai do MC Batata.
    O DJ também aprendeu muitas técnicas de mixagens com os paulistas do Dynamic Duo e noções de compasso e programação das baterias DR 110 e 220 e Roland 707 com Edil da Music Rio. Edil foi o 1º DJ a tocar com um teclado – um Korg mod. Poly 800 – ao vivo no Baile do Olaria (note que todos estes nomes citados são os verdadeiros pais do funk carioca). A faixa mais tocada nos bailes era 2 Live Crew. Depois na RPC ele saiu pro Hype (coisa popular) Marlboro fez o funk carioca virar isso que é hoje, hahaaa (Tchobóifrem)

    Bom… Mas voltando ao funk carioca, os bailes funks são realizados nas comunidades por equipes de som que montam todo um aparato sonoro para fazer você dançar. As primeiras equipes de som que surgiram foi Soul Grand Prix, Furacão 2000, A Cova, Pipo's, e Cash Box. Até no meio da década de 90, o Funk Carioca era mal visto e desconhecido para o público em geral. Nesses bailes, gangues rivais se encontravam e realizavam um festival de violência com socos e chutes coreografados com a batida. Em 1992, os bailes funks foram proibidos definitivamente pelas autoridades do Rio de Janeiro devido a uma apresentação da Furacão 2000 e da Cash Box no Maracanazinho que resultou em briga generalizada e depredação do estádio. Mas em 1994, o Funk fez um retorno significativo e assim começou a cair no gosto de algumas pessoas. Tocavam basicamente rap, montagem, melody, mid back e charm. Eram bailes bastante animados, divertidos e tumultuados. Para alguns, o Funk agoniza, sem saber. A ganância e irresposabilidade de alguns fazem dele o passaporte para o inferno.
    Por causa disso, em 1999, os bailes funk sofreram uma forte pressão da mídia e das autoridades, que criaram uma CPI, que apurou várias irregularidades entre os funkeiros, cantores e empresários. Nesta época, Zezinho, dono da ZZ Discos (empresa que rege várias equipes de som na Baixada) chegou a ser preso, assim como Rômulo Costa da Furacão 2000.

  38. O Funk após o ano 2000

    Atualmente, o Funk Carioca mudou muito. O erotismo veio para salvar o funk do excesso de violência, onde passou a ter um conteúdo das letras onde se percebe o mesmo machismo de sempre só que com uma característica eletrônica. A cultura do Funk Carioca agora carrega em si uma índole libertária que não se explica através de teorias, mas sim através do ritmo e do balanço do corpo. Com certeza, as pessoas que nunca curtiram funk, que hoje ficam eufóricas quando se bota a Melô do Popozão, não estão buscando uma qualidade musical refinada, mas sim, soltar o corpo ao escracho, e reinventar o ridículo, para transformá-lo em algo, até, refinado. E a indústria cultural se apropria dos valores que vendem. E as pessoas assumem que o que está vendendo é bom, é moda, o ritmo é contagiante e a letra não merece muita atenção. É o mesmo machismo que utiliza o corpo da mulher para vender automóveis e cervejas. É um sistema que banaliza e trata a mulher como objeto.

    O Funk ganha novos adeptos

    Com o surgimento dessa onda "new funk" pelo Brasil afora, passou a surgir pessoas oportunistas que usaram o funk para aparecer na mídia. É o caso da enfermeira do funk, a ninja e outros personagens da moda. Ainda tem o lance de pessoas famosas como Gugu Liberato que se aproximaram do movimento por causa da moda. Aí eu me pergunto: será que essa gente bota um CD de funk pra ouvir em casa???

    O Funk vira hype mesmo!?!

    Em 2003 e 2004, por causa de apresentações do DJ Marlboro nos festivais Eletronika (Belo Horizonte), Tim Festival (Rio) e em vários eventos internacionais (Sónar Sounds em Barcelona, Favela Chic em Paris, vários clubes em Londres numa mesma noite, Central Park em New York etc.), o Funk Carioca passou a dar sinais de que pode atingir o mesmo sucesso que alguns de seus irmãos mais velhos e famosos. Irmãos? Isso mesmo. Lembra das citações de Dancehall e Gangsta que eu falei lá em cima? Pois é…

  39. Conclusão

    Então, a explosão do Funk Carioca faz voltar uma discussão antiga: a música é apenas uma diversão ou forma de expressão de um grupo social? Seja qual for a resposta já deixou de ser uma música típica da periferia carioca e está se espalhando pelo Brasil e pelo mundo afora.
    Existe um limite para liberdade de expressão? Que tal nós pensarmos sobre isso?
    texto: Romulo Castor (história do DJ marlboro tem adap. do Livro Rio Fanzine)
    ————————————————
    Agradeço pela oportunidade deste pois e finalizo dizendo que:
    A verdadeira história sobre o Funk e o Electro no brasil nunca será esquecida enquanto existirem pessoas que contem a verdade sobre ela.

  40. Então vamos relaxar um pokinho essa discussão e se divertir um poko:

    [youtube mDaPK8eqtio http://www.youtube.com/watch?v=mDaPK8eqtio youtube]

    : )

  41. A velha questão "Existe Música Boa ou Música Ruim?" nunca existiu!!!!!

    Música nunca será realmente uma música propriamente dito!!
    MÚSICA SEMPRE SERÁ ESTADO DE ESPÍRITO!!!!

    TRANSDUTOR
  42. OK… sobre neo-funk… puxa, essa é a essência da música eletrônica… um som derivado de outro… no começo da acid house em 88 era uma delícia ver um produtor colando na carudo o som de outro produtor… as músicas formavam um movimento musical alucinante, único e cheio de colagem… porque estamos desistindo deste conceito??? Porque ficamos raciocinando muito sobre tantas questões????

    TRANSDUTOR
  43. Caso vocês queiram saber um pouco mais da história do Miami Bass e Electro Funk (Ou Simplesmente Electro Original) no brasil leiam a entrevista no seguinte link:
    http://www.sarapuhybeats.com/sys/carlos-machado-d

  44. Ja postei algo no porradj e vou dizer que para certos casos vale a pena mostrar a falcatrua que existe nesse meio… queria que tivesse um porrasenado, porravereadores, para todos ter acesso a certos momentos que hj só o senado ou camarada de veredores tem e fica por lá.

    E ja que o porradj apareceu para mostrar certas coisas em festas ou projetos que nem todo podem ir eh legal rir e fazer uma cena melhor para quem frenquenta ou para que a faz

    Rodrigo Reuter
  45. Cadadia mais polêmico…
    Mas sempre traz algo de bom.. isso sem sombra de dúvidas!!

    Depois da grande guerra mundial veio a formação de grandes potências mundiais.. (não sou a favor da guerra), mas de fato, foi o que aconteceu!

    abss Ilan pelo tópico!
    att.:
    FRAGMEN

  46. TRANSDUTOR a uns 4 anos eu acho, eu acompanho seu trabalho a algum tempo já ouvi suas musicas achei os videos legais e a sua aposta na regionalização é certa. Ficamos falando sobre o tema seu próprio projeto o projeto Totonho e os Cabra citado no site da http://www.creativecommons.org.br

    Não estamos desistindo nos mesmos no coletivo da sarapuhy beats abusamos destas técnicas de sampling no verdadeiro espírito do electro e improviso. Nem todos pensam ou fazem coisas como nós ou coisas similares aos que os produtores faziam nos anos 80 e 90.

    Nós existimos só que pessoas como o ilan kriger provávelmente não nos conheciam até agora. Te digo isso como exemplo porque o Ilan recebeu uma informação de que o Malboro era o criador do projeto Funk Brasil e não é imagine quanta informação esta incorreta na mídia e na história e é de desconhecimento das pessoas.

    O conhecimento não esta sendo passado e acredito que pessoas e personagens estão se apoderando de coisas ou contando histórias que não existem em verdadeiros contos de pinóquio e forrest gump.

    Existe um elo perdido no final dos anos 90 em relação ao electro e a música eletrônica no Brasil o que estamos fazendo é desde 2007 tentar resgatar e religar estes elos os mais novos e as pessoas que não viveram estes momentos e o grande público desconhece tais fatos.

    Conheci este site a pouco tempo atravéz do Amigo Eduardo Queiroz te digo sim, mesmo que as pessoas não nos conheçam existe um forte movimento underground se formando no Brasil inteiro e ações efetivas aqui no rio de janeiro.

    Mais uma vez agradeço a oportunidade de comentar aqui.

  47. Conheço! E ai quem sabe não rola um REMIX? []´s

  48. é… de fato não foi o DJ Malboro que criou o funk carioca… isso é uma afronta a todo ummovimento social que acontece em torno do ritmo. O que acontece é que ele impulsou o gênero pelo fato de ter acesso às Grandes Mídias…. isso não podemos tirar o mérito.

    Mas o funk carioca vem da história do morro, das comunidades…
    O lance é que na explosão da acid house no Brasil entre 88 ate 91, o Rio de janeiro sempre se voltou mais para as batidas quebradas e lá o Miami Bass arrepiava…
    Musica como Sally the Girl do Gucci foi um dos catalisadores para a fomação do funk carioca…

    E esse lance de criar letras em português em cima por necessidade… a coisa não era bem assim… o lance era a criatividade de criar paródia em cima das letras em inglês… este era o espírito!!!

    E outra: O ilan quer que criemos musica nacional eletrônica mas porque o Ilan quer que mixemos ritmos tão populares assim como sertanejo ou axé com eletrônico?
    Vai virar um samba do crioulo doido!

    Pô, dá pra fazer música eletrônica nacional sem apelar para o populismo!!!
    É questão de moer o cérebro da gente para sair algo diferente e criativo!

    : )

    TRANSDUTOR
  49. o porra DJ é valido pra denunciar preconceitos e pilantragens, mas o problema é que eles toda hora se entregam com superficialidades, preconceitos e até pregando, ao meu ver irresponsavelmente, odio (posturas haters). Por isso é legal denunciar tambem eles, como vc ta fazendo. Mas sem exageros, né? Acho que alguem que tenha medo de realizar algo por medo do que os outros vão falar tem é que desistir de ser DJ e se trancar em casa

  50. Como é fundamental fazer o que o próprio Moglia pregou, preciso contar a parte mais importante da história, assim como fiz tambem no outro site onde ele postou esse texto:

    "`Peço permissão para um adendo muito importante!

    Rodrigo, tudo que voce falou, citou e deu paste é preciso, certissimo.. até o ano de 98. A frase "funk carioca é apenas uma derivação do miami bass americano", é verdadeira.. até 1998. Hoje eu discordo dela.

    Por que? Agora te falo a minha opinião como DJ de música brasileira e pesquisador: Em 98 foi criado o loop "tamborzão", importantíssimo, que nao foi citado nenhuma vez no texto. O Tamborzão, criado pelo DJ Luciano (procurem no youtube "história do tamborzão") numa R-8, nada mais é do que uma versão eletrônica do MACULELÊ, um ritmo afro-brasileiro.

    Só a partir de 2008 que a LIGA do miami bass+maculelê se fez, assim começando a chamar a atenção do resto do mundo como um ritmo novo, original, genuinamente brasileiro, o Funk Carioca, tambem chamado de pancadão ou Rio Funk pelos gringos.
    abraço e parabens pelo tópico! "

  51. Quanto ao DJ Malboro, eu aprendi esta história, eu uma palestra da Cláudia Assef (do Todo DJ já sambou) na Oficina de Música de Curitiba.

    A "brincadeira" de falar do electro-nejo, mica-trance e forró techno é só para ilustrar misturas possível.

    Concordo com você Transdutor, tem como misturar sem ser regional e sem cair no ridículo!!

  52. Valeu, Ilan, humilde como sempre!!!

    TRANSDUTOR
  53. Eu fiquei com essa impressão da intenção de conseguir fama pq tem uma hora que vc fala.. "pq vc naum inventa o "micatechno".. parece que tá na moda!"… lá aos 3:50.. e se vc pegar algo que tá na moda, fatalmente, vc naum está criando nada de inovador… vide Madonna: sempre fez coisas a frente do seu tempo.. antecedia tudo e sempre ditou as tendências.. daí, nesse último álbum dela, pegou onda da "moda" do Justin/Timbaland, fez essa merda desse álbum "Hardcandy" e deu um tiro n'água… coisas pra se pensar…

  54. Sim, poidemos ser regionais e universais ao mesmo tempo mas eu sempre digo: música é que nem comida!

    Não adianta jogar tudo o que vê na panela. Cada prato que vc faz, tem o seus ingredientes certos e o tempero é que o diferencial.

    Misturar tudo que vê na frente é como colocar frango na feijoada!!!

    : )

    TRANSDUTOR
  55. Falou tudo: tem hora que o porradj não relaxa e vê que o lance de música eletrônica é festa!!!!
    sempre foi festa!!! DJ é animador de festa!!!
    sempre foi assim…

    denunciar atitutes sem-noção é legal…
    o ruim é querer que tudo seja muito sério demais!!!

    TRANSDUTOR
  56. Entendi, na verdade eu comentei isso, por que poucas horas antes, comentaram comigo que estão abrindo 4 casas de sertanejo em Curitiba. Uma delas vai misturar Sertanejo com House.

    Não acho que seja interessante para nenhum artista sair surfando qualquer onda que aparecer. Você pode mudar e evoluir, mas nunca tocar algo só por que está na moda!!

  57. Qualidade é melhor que quantidade! Sempre e em todos os aspectos!

  58. Sobre a questão de música eletrônica brasileira, há dois caminhos:

    - Mistura os ritmos nacionais com o eletrônico… é um caminho fácil, porém, uma faca de dois gumes. Misturar dois ritmos totalmente díspares pode levar à estranheza.
    Enfim, é que nem casamento. Ou o casal dá certo ou o calsal não dá certo. Quem nem bossa nova… combinou certinho…

    - a outra opção é abrasileirar a e-music a ponto de criar própria identidade. Que nem o funk carioca… eles abrasileiraram o miami bass, veio o loop tamborzão e saiu um ritmo eletrônico nacional.
    No meu caso: eu pego o ska e o jungle. Canto em português. E não é que nasceu um estilinho do Transdutor. Essa opção é trampo, muito difícil, tem que ter visão clara do que vc quer… mas quando nasce a criança, tudo flui naturalmente!

    PARABÉNS, ILAN, PELO SEU BLOG. NÃO DIGO BLOG, DIGO PORTAL . ELE É O ÚNICO NO BRASIL QUE A GENTE PODE CONVERSAR SOBRE MÚSICA E PRODUÇÃO!!!!

    TRANSDUTOR
  59. Sobre a questão de música eletrônica brasileira, há dois caminhos:

    - Mistura os ritmos nacionais com o eletrônico… é um caminho fácil, porém, uma faca de dois gumes. Misturar dois ritmos totalmente díspares pode levar à estranheza.
    Enfim, é que nem casamento. Ou o casal dá certo ou o calsal não dá certo. Quem nem bossa nova… combinou certinho…

    - a outra opção é abrasileirar a e-music a ponto de criar própria identidade. Que nem o funk carioca… eles abrasileiraram o miami bass, veio o loop tamborzão e saiu um ritmo eletrônico nacional.
    No meu caso: eu pego o ska e o jungle. Canto em português. E não é que nasceu um estilinho do Transdutor. Essa opção é trampo, muito difícil, tem que ter visão clara do que vc quer… mas quando nasce a criança, tudo flui naturalmente!

    PARABÉNS, ILAN, PELO SEU BLOG. NÃO DIGO BLOG, DIGO PORTAL . ELE É O ÚNICO NO BRASIL QUE A GENTE PODE CONVERSAR SOBRE MÚSICA E PRODUÇÃO!!!!

    TRANSDUTOR
  60. NÃO VEJO NADA DE MAIS NO PORRA DJ SOU TOTALMENTE A FAVOR E NADA CONTRA AO ILAN KRIGER
    PQ TEMOS COISAS PARA DESCULTIR SOBRE A PROFISSÃO MAIS NÃO TEMOS AONDE FAZER ISSO EO PORRA DJ OFERECE ESSA OPORTUNIDADE
    SOBRE A FARÇA DE JESUS LUZ ? VC'S CONCORDAM COM OQUE ELE FAZ ?
    NO SITE DO ILAN ACHO QUE NAUM SERIA UMA BOA IDEIA DESCULTIR SOBRE ISSO PQ É UM SITE PESSOAL, EO PORRA DJ CREIO QUE FOI FEITO PARA ESSE TIPO DE DISCULÇÕES E OPNIÕES SERIA O MELHOR LUGAR PARA NOS EXPRESSARMOS !

    NADA CONTRA AO ILAN PELO CONTRARIO É UM ÓTEMOS SITE PARA ARTIGOS SOBRE PRODUÇÕES E PRODUTORES !
    ABRAÇOS !

    Thiago Diniz
  61. ééé fi
    somar ao invez de subtrair
    mto bom

  62. [...] é o terceiro vídeo da série – Pense Nisso. Confira: O Porra Dj vale a pena e Eu amo e odeio o [...]

  63. haahha eu tenho sindrome de tourette…

  64. acho engraçado o brasileiro falando de mesclar musica brasileira de qualidade sendo que os britanicos e os alemaes fazem isso a 10 anos! vide o pessoal da Compost, Jazzavova, 4 Hero entre outros…
    acho que eh igual o Futebol,eles fazem sobre o que estudam, nos fariamos com a nossa raiz.

  65. concluindo: temos tudo, a informaçao a tal musicalidade, sei la essa coisa de precisamos fazer mais com nossa musica nao eh de hoje, so precisamos fazer ,
    Sobre o porra dj eles mesmo dizem que nao eh nada serio, acho que cada um faz o que acredita, porem precisa ter o minimo de qualidade senao vira piada mesmo.
    abraços a todos!

  66. AH, antes que alguem ache truculento o meu post, so gostaria de ver a galera soltando os tunes nao so por ai, mas aqui fora do pais tambem…
    e mais uma vez, desencanem do Porra DJ!
    abraço!

  67. Concordo com algumas idéias expostas no video. A possibilidade de ser ridicularizado pelo ''querido'' Jesus Light pode inibir diversas pessoas a divulgar o seu trabalho. Talvez este seja o ponto negativo mais extremo. Por outro lado a batalha contra a vulgarização da atividade, talvez seja o ponto positivo de maior relevância.

    Já a parte cômica da coisa tem muito haver com a máxima: ''rir ainda é o melhor remédio''. Assim sendo, o Porra Dj sempre será mais acessado. Eu mesmo sou um que se diverte.
    :)

  68. Esqueci de citar neste comentário devido a minha pressa de igual importância o Tony Minister Foi O tony por exemplo foi quem descobriu o grande clássico CHECK IT OUT do BIG TIMES FRESH.

  69. Sei que parece meio tarde prá comentar, mas…….. "vamo cpmbiná", esse tal de Porra DJ não serve para absolutamente NADA, nem prá gerar polêmica……… O conteúdo é pobre e sem sentido, os comentários com palavras pesadas e sem o menor cuidado de pelo menos escrever em nossa língua nativa corretamente……Francamente, deveriam tirar essa babaquice do ar !!!!!! R DI CU LO !!! Simples assim.

    Fabio Fusco
  70. ops…. "vamo combiná"