9 Comments

  1. Imagine a seguinte situação: Dj tocando em uma festa, na sala você tem um sensor que capta quantas pessoas estão escutando a música e um computador rodando o Midomi ou software similar para descobrir qual música está sendo tocada no momento, com isso ficaria fácil de cobrar o dono da casa noturna pela quantidade de gente que está ouvindo e também pagar o artista pela execução do seu trabalho.

    NÃO VIAJA!!!

  2. Realmente este post é muito bom!

    Sempre que posso tento puxar esse assunto com as pessoas que encontro, sejam amigos, colegas de profissão, ou artistas e músicos pelo mundo afora.

    A meu ver a distribuição de cultura e arte pela internet ainda está muito confusa. Está difícil de saber onde procurar e o que procurar. Perdemos a referência musical, justamente pela quantidade de possibilidades que temos atualmente.Artistas e ouvintes acabam se perdendo nesse mundo musical imenso que temos hoje em dia.

    O que ando percebendo é que as pessoas estão pouco a pouco voltando a escutar o que escutavam alguns anos atrás, ou então recorrem às mídias para ver qual é o som do momento, pois na internet existem muitas músicas e dentre elas muita coisa de baixa qualidade, tanto sonora quanto musical. Para encontrar algo novo que seja bom e original precisa de muita paciência e muita procura.

    Acho que quando chegar o momento que essa distribuição seja feita de alguma forma mais organizada todos irão ganhar. Artistas que merecem sucesso serão reconhecidos e os ouvintes terão acesso a diversos tipos de música de qualidade e de acordo com seu gosto.

    Gosto de usar como exemplo o que o Mercado Livre virou. Antes era confuso e arrsicado comprar algo através dele, não era possível saber se levaria calote ou se era um vendedor honesto, mas com o tempo os honestos e profissionais foram conseguindo prestígio e vendas bem sucedidas. Atualmente está fácil de comprar, é só procurar um vendedor com mais de 500 vendas e 100% de aprovação positiva.

    Gosto de imaginar que a distribuição da música possa um dia ser feita da mesma forma, onde os profissionais ganham prestígio e os ouvintes saberão onde procurar.

  3. Acredito que o futuro da música em geral será gratuito.
    Veja o exemplo do Radiohead, que fez como as Casas Bahia e perguntaram “quer pagar quanto?”. Lógico que eles em determinado momento tiveram a impressão de que suas músicas não valem um mísero centavo, pois muitos apenas baixaram e não deixaram nem uma migalha de pão amanhecido pros caras. Mas isso já era de se esperar.
    Outro bom exemplo veio de uma das minhas bandas favoritas, o Depeche Mode.
    Eles disponibilizaram o disco todo gratuitamente.
    Em um futuro mais próximo do que a gente imagina, as músicas servirão apenas como um “comercial” do artista e que vai na verdade vender os shows da banda, do Dj ou do que quer que seja.
    No passado, quando ouvíamos falar de um disco “independente”, muita gente torcia o nariz e logo pensava se tratar de algo muito underground ou que foi refugado por algumas dezenas de gravadoras e então que o artista somente conseguiu lançar o disco de maneira totalmente autônoma.
    Hoje esse conceito veio por terra e de 10 anos pra cá, os melhores discos que eu tenho ouvido são independentes. A própria palavra “independente” no meu modo de ver significa apenas que não tem a “bênção” das grandes gravadoras.
    A medida que a internet foi ficando mais rápida, as coisas começaram a fugir do controle das gravadoras e hoje, elas em uma atitude desesperada e totalmente equivocada, procuram punir os usuários que baixam músicas pela rede. Atitudes essa que se mostraram puramente de marketing, pois é impossível (felizmente) punir e prender todos os usuários que fazem downloads de músicas na internet. Essas pessoas serviram apenas de exemplo pra tentar intimidar outros que fazem a mesma coisa.
    Sou produtor e sei o quanto é difícil colocar uma música no mercado, lançá-la por alguma gravadora e ter um bom (ou pelo menos algum) rendimento com isso. Sei que minha música serve mais como uma vitrine da minha personalidade e capacidade como Dj e produtor do que qualquer outra coisa. Sei que não ficarei rico vendendo música mas ainda assim o faço como se estivesse recebendo muito dinheiro pra tal. Quem me dera.

  4. july...

    Bom eu naum tenho muita coisa a dizer… na verdade naum tenho nada a dizer pq soh tenho 15 anos e sou nova no ramo da musica… e naum tenho ninguem para me guiar … naum tem ninguem pra me dizer oq vai ou naum vai vender… ou se vai ou naum dar certo.. estou apenas jogando na sorte… c colar td beim c naum amem… soh qero fazer um som diferente d tudo… um som q as pessoas possam curtir a noite na balada ou no mp3… e eu gostaria d fazer um pedido pra esse carinha q eu naum sei o nome… pra ele fazer uma postagem sobre as pessoas q estaum engressando agora no mundo da musica… os sons q vao pegar e os sons q jah passaram… vlw é soh isso q qeria dizer… bejim bejim… xau xau…

  5. Então vou te dar um exemplo para te deixar mais aterrecido: O grupo de forró Cavaleiros do Forró por mês distribui de graça… é isso mesmo que vc ouviu… de graça mais de 50 mil cópias de cd da banda!

    Foi idéia do empresário da banda que diz que o lance é divulgação de massa por isso a necessidade de distribuição de graça dos cds nos shows e nas ruas da cidade como se fosse panfleto de consultório médico…

    e aí… como as pessoas irão enxergar a música no futuro?… qual será o valor que terão os respectivos artistas?… ou somente que tem cacife para pagar “jabá” é que conseguirá tocar tocar sem som na mídia????

    Como diz o brilhante filósofo de fianl-desemana: “O digital é legal mas tem hora que pega mal!”

    : )

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